Fiz mas não faria outra vez!

A gente muda, que coisa boa!!

Costumo dizer que a vida é maravilhosa pela oportunidade que temos de sempre aprender coisas novas. Não dá para estacionar no tempo, nas opiniões ou nas práticas.

A gente muda porque o mundo muda. Isso é ótimo!

Todas as mães têm, com toda certeza, uma listinha que coisas que fizeram um dia com os filhos mas que não fariam de novo.

Convidei duas pessoas que têm jeitos de maternar diferentes do meu para falarmos algumas coisas que faríamos diferente. Adorei tanto que já quero repetir a dose!!

Paola do blog Maternidade Colorida e Sabrina do blog Jeitinho de Mãe me inspiram justamente por serem diferentes de mim. Procuro sempre ter no meu círculo de amizades essa “variedade” de amigas, assim a gente pode aprender com os acertos e até com erros, não é?

Adoro essas meninas, são inspiração e ainda por cima são boas de conversa!!

Confira nosso vídeo:

 

Queremos saber de vocês!! O que você mudaria? O que fez e não faria outra vez? O que não fez e faria??

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E o Terrible Two ?

terrible two

Não dá pra negar que essa fase dos dois anos, chamada de terrible two, assusta muito quando a gente escuta as histórias de pais e mães por aí.

O início das chamadas cenas de birras são causadas pela dificuldade das crianças em lidar com suas frustrações e, pelo que observei com meus filhos, a intensidade do “piti” é proporcional ao sono ou cansaço do momento, geralmente.

O que percebi nesse tempo todo é que o que acontece de fato é: quando o bebê já entendeu que é um “ser” que pode demonstrar todos os seus sentimentos, quando ele quer dizer algo somado a alguma situação adversa ( sono, cansaço) ou se ele é contrariado … é daí a coisa pode desandar. Essa combinação pode ser uma bomba comportamental, termo que nem existe, inventei agora! hehe

É um combinação de fatos que precisa acontecer e isso não acontece só aos dois anos de idade. A Mel começou a andar e falar suas primeiras palavras muito cedo (por volta de 10 meses ela já deu seus primeiros passos), penso haver aí uma forte ligação entre esses fatos.

É isso aí, uma hora ou outra vai acontecer com você também, acredite, nenhum pai ou mãe passa pela jornada de criação de filhos sem ter que lidar com essas situações.

Então, por que rotular essa fase de descobertas tão linda que é a dos 24 meses definindo-a apenas como difícil e cheias de birras??

 

terrible twoterrible two terrible two

Já tem um tempo que decidi não rotular nem as crianças e nem as fases delas, acho que fazer isso é condenar uma fase ou outra, é como já colocar uma carga negativa . Agora eu sei que uma fase dessas ” já classificadas” pode chegar muito antes do tempo ou muito mais tarde, ou seja, cada criança é uma e não são definidas pelas fases pelas quais vão passar.

Hoje entendo que os dois anos não são terríveis, muito menos as crianças de dois anos são difíceis. O mundo vai ganhando outra proporção para esses pequenos e eles precisam entender qual o seu papel e como tudo funciona. Aprendi que nem tudo pode ser resumido ao termo “birra”, muitas coisas são simples teste de limites.

Muito semelhante com a adolescência, fase da qual já tive muito medo e que já me vi rotulando muitas vezes também.

Eu não sou psicóloga, não estudei comportamento infantil mas, já passei por tantas coisas com as crianças que hoje acho mais fácil encarar dessa maneira. Facilita para Mel e para mim também, nessa hora com consciência do que ela está vivendo sou capaz de contornar as situações com muito mais empatia do que quando eu acreditava que tudo era birra, culpa dos dois anos.

Não é sempre fácil, não sou a pessoa mais paciente do mundo, mãe iluminada e muito menos cheguei na perfeição mas com toda a certeza agora, no terceiro round do meu maternar sou sim mais preparada para essas situações. Posso ainda me perder no cansaço de alguns dias mas tenho a consciência do caminho a ser tomado.

Nada como o tempo e um pouco de experiência – bate cabeça – para nos fazer ter mais leveza na vida, né? Sinto que esse é o grande presente surpresa do tempo, ele passa rápido demais e, por vezes, o acho cruel mas no final das contas é graças a ele que aprendemos a ser melhores.

Estamos de coração aberto para os dois anos da #GLAMelie.

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Eu fui , ela ficou!

 

Se me contassem há 15 anos atrás que eu teria algum problema em passar uma noite fora de casa por causa de um filho, com certeza não acreditaria!

Mas eu tive muitos problemas – auto sabotagem – nesses 20 meses depois do nascimento da Mel. Não consegui simplesmente deixá-la, nem mesmo por algumas horas.

Muito dessa nossa conexão eu atribuo à amamentação mas, no fundo, sei que não está aí a culpa disso não. Eu mesma já amamentei outras duas vezes e me senti muito mais livre.

Não que dessa vez me sinta presa, mesmo sendo, eu gosto de como nossos meses foram até hoje, da minha dedicação total, misturada aos cuidados da casa e do meu trabalho em home office. Não tem nada de fácil ou romântico nessas tarefas mas mesmo assim, eu sempre quis minha rotina dessa maneira e sou sim grata pela bagunça/correria nossa de todo dia. A gente funciona nesse caos.

O que acontece é que somos uma mãe diferente a cada viagem, é assim que consigo explicar as minhas mudanças a cada bebê. Uma mãe para cada bebê. Nessa terceira vez meu tempo para me sentir livre demorou muito mais.

Nessa correria toda Mel é minha companheira, anda pra baixo e pra cima pendurada – literalmente – em mim. Até umas semanas atrás, todos os compromissos longe de casa que assumi incluíam a pequena mas eu sabia que uma hora seria necessário e  benéfico para nós uma separação.

Eu já havia tentado deixá-la um final de semana com a minha mãe mas na hora “H” acabei pegando o carro e indo amamentá-la pois na ocasião, estávamos hospedados em um hotel próxima da casa dela, então eu nem conta essa vez como nossa primeira separação.

Mas Marina, qual é o seu problema ? Mel não toma outro leite ainda?

Toma, ela aceita alguns poucos mililitros em uma marca de mamadeira específica. Ela também já come de tudo como é de se esperar pela idade e  não morreria de fome. Já demos início ao desmame noturno gentil,ou seja, leia-se DEVAGAR no lugar de gentil e o termo auto explica-se.

Nosso esquema da noite anda assim: Ela toma banho e mama uma mamadeira de fórmula ( às vezes só um pouco, às vezes tudo…depende do dia) assistindo algo deitada na minha cama. Ficamos por ali por meia hora até os sinais de sono aparecerem e daí ela pede um pouco de peito. Na sequencia ela segue para o berço acordada e lá adormece por volta das 21hs.

Raramente ela dorme batido até a mamada da madrugada, por volta das 4 da manhã. Normalmente ela acorda duas vezes. Nessas vezes Bruno ou eu vamos até o berço, falamos que está de noite e ela volta a dormir sendo ninada no colo ou no berço como já aconteceu em algumas noites abençoadas.

Então, como anda nossa rotina, para que eu ficasse fora por uma noite Bruno teria que travar a batalha da mamada das 4hs, porque essa eu ainda não consegui vencer pois ela não aceita nessa hora outra coisa que não seja peito e acabo sendo derrotada por meu cansaço, costumo carregá-la pra minha cama. Podem imaginar que depois de tantos meses de privação de sono e com os dias corridos, nesse horário eu não respondo por mim, não sei o que é certo, errado e muito menos sou capaz de seguir minhas próprias regras. Não sei nem responder meu nome!

Fui convidada para estar no 3º Seminário Internacional de Mães e mesmo estando muito feliz com as possibilidades e tudo o que esse convite representou profissionalmente eu cogitei me sabotar, arrumar desculpa, rezar por uma gripe ou qualquer coisa que decidisse por mim ficar em casa.

Sabia que teria que passar uma noite fora pois passaria um dia em coletivas de imprensa e na manhã seguinte teria que estar no seminário muito cedo.

Me enchi de coragem, recebi um convite para ir com amigas ( Aninha, Thalita e Marina … se vocês soubessem como foi importante estar com vocês!!! Vocês nem imaginam!) para São Paulo, fui.

PS>: aquela agarrada básica nas pernas da mãe na saída, só pra fazer a pobre sair com a cara inchada de chorar! ai ai ai…

Passei o dia entre amigas e bate papos, falamos sim de filhos mas quer saber? Passei o dia muito bem, desconectada e focada no trabalho e nas conversas leves de quem assim como eu, estava tirando umas horas “OFF” da função de mãe, ironicamente nos bastidores de um seminário para mães.

Ok que eu chorei um pouquinho de saudade enquanto gravávamos um vídeo…ok! Ok que eu não preguei o olho depois que todas dormiram … Ok! Ok que tive medo de saber como havia sido a noite …ok!

Mas olha, todos nós sobrevivemos! Ela acordou muito menos, despertou às 3hs e aceitou uma mamadeira depois de chorar meia hora e entender que eu não estava lá. Mamou e dormiu direto até às 8hs coisa que nunca tinha acontecido. Nada disso nunca tinha acontecido.

Nossa separação foi positiva e merecida!

Mas e aí, Marininha, vai repetir?

Opa…se vou! E ainda vou te deixar alguns conselhos caso esteja passando por isso, caso esteja no mesmo ponto que eu estava, achando que o mundo pára quando não estamos ao lado do bebê.

Vou te deixar alguns conselhos porque sou bem abusada, em uma escapa já estou me sentindo bem livre outra vez! Abri o precedente minha gente! Então, se você está prestes a precisar se separar por uma ou mais noites do seu bebê:

 

  • Converse muito antes do momento com o seu bebê. Explique que ficará longe, que levará o mama – se você também amamenta – e conte exatamente como funcionará, quantos dias serão e com quem ele ficará, fale que confia nessa pessoa que cuidará dele. Bebês entendem absolutamente tudo, pode acreditar!

 

  • Procure estrear nessa situação com amigas, talvez o seu marido não seja a melhor companhia durante essa separação pois vocês possuem o mesmo foco, o bebê que ficou em casa. Além disso pode ser mais fácil pro bebê se separar de um dos pais de cada vez, pode ser só um palpite mas acho que o sucesso veio do fato de o papai ter conversado bastante com ela durante minha ausência.

 

  • Foque no presente. Você saiu de casa gata, não carregue as angustias com você, segura a onda e finja costume de estar só! Aproveite para caprichar na make sem ninguém enroscado nas pernas, para relaxar e aproveitar esses momentos com você mesma.

 

  • Você não estará com o seu bebê então não tente controlar tudo à distancia, deixe e confie nas mãos em que ele ficou. Tá com pai/avó/tios …tá com Deus! Se você não desapegar, vai pirar.

Então…e por falar em deixar nas mãos de quem está cuidando, olha que maravilha que o Bruno conseguiu fazer:

deu chupeta pro bebê que nunca aceitou … e ainda fez essa foto, no corredor de cervejas do supermercado. Olha, pai definitivamente não é mãe não! hehehe

Brincadeiras à parte, todos os meus agradecimentos ao papai maravilhoso que temos em casa, segurou muito bem a barra da casa e dos três. Enfrentou o dia com eles, a madrugada com a pequena e ainda levou e buscou a mais velha na balada. Mesmo me considerando uma supermãe, preciso admitir, ele faz tudo igual ou até melhor do eu!

É isso amores, a vida anda e continua, mesmo quando não estamos lá e voltar pra casa e ser recebida com um abraço, peitos cheios e um ” qué mamá” é maravilhoso! Vamos repetir quando achar que a hora chegou novamente porque se tem uma coisa que aprendi sendo mãe é: Respeito! Não só às escolhas mas também ao tempo de cada um.

 

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hidratação em casa

receita hidratação caseira

 

Sabe, já tem tempo que eu mesma faço vários “rituais” de beleza em casa. De unhas a cabelos e agora faço até minha própria depilação.

Mas Marina, precisa disso??

Deixa eu explicar…

Quando Babi nasceu eu trabalhava insanamente enquanto terminava a minha faculdade e não tinha horários durante a semana para ir ao salão cuidar um pouco de mim. Como eu precisava estar sempre alinhada, fazia parte do trabalho ( e porque também adoro) sempre agendava horários aos sábados e passava boa parte desse meu dia livre, enfiada em um salão.

Cansei. Queria mesmo era passar essas horas com a Babi, já a via tão pouco durante a semana! Foi assim que comecei a aprender a me virar. Comecei fazendo eu mesma minhas unhas, e fui ficando tão boa em “cuidar de mim” que hoje afirmo: ninguém faz a minha unha melhor do que eu!

Daí para começar a fazer outras coisas por mim mesma, foi um pulo.

O tempo foi passando e essas coisas que a gente aprende e gosta, é difícil de desapegar. Ainda bem!

Depois que tive a Mel , ainda estou num processo de “casulo”, somos só nós, não me sinto confortável para deixá-la quando não há necessidade, então, ainda bem que sei me virar!

Hoje faço muitos dos tratamentos de beleza em casa, máscaras de rosto e cabelo, corto meu cabelo ( só fica bom quando EU faço! E não preciso emburrar com ninguém quando algo dá errado) e recentemente aprendi a fazer minha própria depilação.

receita hidratação caseira

Ainda vou ao salão quando preciso fazer alguma coisa química, como tintura, por exemplo. Tenho muitos fios brancos e detesto, a arte da tintura não pretendo aprender pois as duas vezes que tentei em casa, “deu ruim”.

Enfim, esse texto todo para dizer que adoro a sensação de me virar, de ser auto-suficiente e claro, assim poupo uma graninha, além do fato de que aprendi a explorar produtos mais naturais e isso vai muito de encontro às nossas novas ideias, nossa filosofia de vida: existir sendo sustentável.

Confesso que faço as contas de quanto eu acabo economizando nessa brincadeira e quando estou de olho em algo mais caro acabo me presenteando com a desculpa: Ah, eu sou super econômica, mereço! kkkk

Estou trabalhando meu lado consumista para que ande lado a lado com nossa preocupação em ser sustentáveis.

Bom, isso é assunto para um outro post não é mesmo?

Hoje quero mostrar para vocês esse vídeo que fiz compartilhando as 3 máscaras de hidratação capilar caseiras que já faço há anos. Faço uma vez por semana e ainda , uma vez por mês, faço a hidratação somente com óleo de côco.

A grande vantagem de fazer as hidratações caseiras, além do fato de serem super baratas, é que a gente pode encaixar na rotina, fazer em qualquer horário. Quantas e quantas vezes fui buscar as kids na escola com uma dessas máscaras na cabeça! kkkkk

Por isso, por valorizar muito o meu tempo com eles, por acreditar em quantidade de qualidade ( e não acreditar no papo de que pouco tempo de qualidade basta) que venho sempre buscando minhas próprias soluções, tudo para estar sempre ao lado deles, por eles.

Bom, vamos ao vídeo! Três receitas caseiras de hidratação com coisas simples, fáceis de achar e que são super eficientes.Basta deixar nos cabelos por algumas horas e depois enxaguar bem. Rápido, fácil e barato! Então vocês irão ver as máscaras : Babosa ( famosa Aloe Vera) , Manga e Cenoura.

 

Gostaram? Querem ver mais vídeos sobre esse assunto? Me contem, deixem dicas de temas, estou super empolgada!

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wrap sling …

amarração de wrap sling

 

Nossa estreia pelo mundo do sling e suas maravilhosas amarrações não foi lá das melhores. Mel não “amou”.

Como tudo nessa vida de maternar, persistir é preciso! Eu preciso das mãos livres em vários momentos e acreditei que para isso o ideal era mesmo o sling.

Insisti e fui em busca de outras amarrações, muito google na jogada.

E não é que deu certo??

Existem vários modelos de sling no mercado, muitas cores e tecidos diferentes. Tem tecido mais quentinho para o inverno e mais frescos para os dias de calor. Tem até sling para piscina!

Assim como a variedade de modelos são muitas também as amarrações, por isso se você também está encontrando dificuldades ou se o bebê não se mostra muito animado, procure outras amarrações para ser feliz!

Pelo caminho encontrei os modelos de sling ideais para nós. Tenho um de Dry fit, fresquinho fresquinho e uma de algodão, macio macio.

Agora posso estufar o peito e dizer que somos adeptas de “slingar” por aí e, por isso, fiz um passo-a-passo de duas das nossas amarrações preferidas, as que mais usamos :

 

Meus sling são:

Esse vídeo é parte DESSE POST que fiz para Disney Babble Brasil. Já me acompanha por lá??

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Nos vemos por lá!

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