Fiz mas não faria outra vez!

A gente muda, que coisa boa!!

Costumo dizer que a vida é maravilhosa pela oportunidade que temos de sempre aprender coisas novas. Não dá para estacionar no tempo, nas opiniões ou nas práticas.

A gente muda porque o mundo muda. Isso é ótimo!

Todas as mães têm, com toda certeza, uma listinha que coisas que fizeram um dia com os filhos mas que não fariam de novo.

Convidei duas pessoas que têm jeitos de maternar diferentes do meu para falarmos algumas coisas que faríamos diferente. Adorei tanto que já quero repetir a dose!!

Paola do blog Maternidade Colorida e Sabrina do blog Jeitinho de Mãe me inspiram justamente por serem diferentes de mim. Procuro sempre ter no meu círculo de amizades essa “variedade” de amigas, assim a gente pode aprender com os acertos e até com erros, não é?

Adoro essas meninas, são inspiração e ainda por cima são boas de conversa!!

Confira nosso vídeo:

 

Queremos saber de vocês!! O que você mudaria? O que fez e não faria outra vez? O que não fez e faria??

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Seminário Internacional de Mães

Seminario internacional de mães

 

Sempre me pergunto se estou no caminho certo da maternidade. Sei que, na prática, nem sempre acerto, tenho sempre muitas dúvidas, e não importa quantas viagens se tenha pela maternidade, sempre teremos momentos de inquietação, de dúvidas e de culpa.

Aquela história de que nasce um bebê, nasce também uma mãe já culpada, é muito verdade. Estou sempre em busca de textos, artigos e casos para me inspirar a encontrar  esse tal caminho certo.

Mãe gosta de conversar com mãe, né?

Trocar experiências com quem passa por essas mesmas angústias e alegrias, por esses mesmos questionamentos e dúvidas,  dividir as coisas boas também, claro! Aliás, por mais que mãe seja um bicho que goste de reclamar e mostrar o lado não romântico, as coisas boas da maternidade são infinitamente maiores do que as “não tão boas”. Vamos combinar?  Qualquer cansaço e noite mal dormida e malcriação ficam para trás quando o bebê começa a falar, a andar e quando se apresenta pela primeira vez na festinha de dia das mães. Dá-lhe lágrimas e coração transbordando de amor.

Mães têm muito para trocar, muito para conversar e, por meio desse intercâmbio, é possível descobrir o nosso jeito de criar os filhos.

Vivemos a era do conhecimento e da criatividade, estamos todas conectadas e desempenhando diversos papéis, não dá mais para seguir só os modelos de antigamente.

Bom, falei isso tudo pois tenho um convite a fazer para você, mãe!

Seminario internacional de mães

 

O Seminário Internacional de Mães, que está em sua segunda edição – o que prova ser um sucesso!- é o espaço que teremos  para refletir sobre essas questões maternas, tendo o apoio de renomados especialistas e estudiosos de diversas áreas, incluindo autores de obras que figuram nas listas dos livros mais vendidos em todo o mundo.

Seminario internacional de mães

 

 

 

Esse ano, teremos presenças estreladas como Laura Gutman, Ashley Merryman, Gabriela Kapim, Ligia Guerra e Dra. Filomena Camilo do Vale.

Ufa! Me falta até o ar de tanta ansiedade para esse encontro!

E então, que mãe você quer ser?

Participe do II Seminário Internacional de Mães e faça as suas escolhas!

Quando: Dia 04 /06/16

Onde: Hotel Ouro Minas – Belo Horizonte – MG

Siiiimmmm eu estarei lá junto com as blogueiras de TopMothers!!!

Mais informações: Site/Facebook

 

 

Mãe na Direção: um espaço criado para compartilhar experiências

 logo mae na direção

Nesses tempos modernos de vida corrida, é um tal de levar e trazer as crianças de um lado para outro. São tantos compromissos: escola, aula disso e daquilo. Ainda mais quando se tem filhos em idades tão diferentes. Já repararam quanto tempo passamos dentro do carro?

Podem parecer horas desperdiçadas para muita gente, mas eu aprendi a reverter isso a meu favor. Moramos em uma cidade e as crianças, este ano, estão estudando em outra, cada uma em um período. Então, sou a típica mãetorista. Continue lendo

Como a minha mãe. Morfando em 3,2,1…

Você já parou para se observar e percebeu quais mudanças a maternidade trouxe para você? Para o que você acredita, quais são seus limites?
 
Até pouco tempo atrás eu não havia notado grandes mudanças na minha personalidade e nem nas minhas crenças. Até que…
 …o Diálogo Bizarro:
 
– Mãe, ou coloco um piercing no umbigo ou no nariz. Pode escolher .
 
– Hahahaha nunca! Escolho piercing nenhum!
 
– Mas você já me deixou fazer um monte de furos na orelha. Qual a diferença?
 
– Essa é a diferença: enquanto você morar na minha casa e eu pagar as suas contas você só furará o que eu deixar. Eu deixo você dar dez voltas de brincos na orelha. Nada no umbigo…nada no nariz. #EpontoFinal

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Uma menina de 12 anos brava e uma mãe de 32 (quase) se sentindo com 50. Igualzinho a minha mãe. Um marido, aos 33, rindo litros.
 
Quando me transformei na minha mãe e não percebi?
 
Ah sim,fiquei igual depois que me tornei mãe! Os sinais vão surgindo aos poucos.
 
Inacreditável e tão real. Logo começarei a repetir frases como: quando você tiver seus filhos, você irá me entender e blá blá blá?
Alguém já nota as semelhanças?? Estamos morfando? Tá certo isso?

E eu jurando que faria tudo diferente, tão moderna que eu era no passado …

 

15º Brunch CULPA NÃO! Revista Pais&Filhos – {Evento Maternidade}




A máxima que diz: Quando nasce um bebê nasce também uma mãe (culpada) nunca me pareceu mais óbvio que nos dias de hoje.

É um fato, meio que um fardo, da maternidade. A gente tem que carregar e conviver com ele.

Mas já notaram que a real culpa, a maligna, surge no exato momento que você se compara com outra realidade? No exato momento em que você observa como outra mãe aí do seu lado faz as coisas?

Acho que nossa maior razão de culpa é querer realizar as coisas de uma maneira perfeita, linda. Mas a realidade é que de longe todas as outras realidades e pessoas são perfeitas, de perto, nada é exatamente da maneira que parece.

Na minha opinião as mães da “internet” sente-se mais culpadas do que as mães de uns tempos atrás. As comparações e os modelos estão ali, sendo esfregados nos nossos narizes…esses modelos de perfeição. 

Contudo, não acredito que exista só culpa ruim,acho que ela pode ser boa também…uma maneira de análise para melhorias, nem de todo mal, certo? 

Apreender a não ligar para o que pensarão as outras mães, as outras pessoas,pratique a arte de dizer Não. Não me importo com sua opinião, me importo em fazer o meu melhor.

“faça me o favor de ficar quietinha?”



Já me culpei muito pelo cansaço, pela falta de tempo, pela falta de ânimo. Já quis ser perfeita, manter meus compromissos em dia, preparar só comida orgânica e estar linda…tudo isso dormindo duas horas por noite.

E foi sobre isso que conversamos no 15º Brunch do Culpa Não!, projeto elaborado pela Revista Pais&Filhos.

Ouvimos tantas histórias como as nossas de todos os dias…é tão comum a maternidade estar lado a lado com a canseira. Não é preguiça minha filha! É pura exaustão.

Precisei ser “Super Woman  na primeira gestação porque não queria falhar, estava sendo o tempo todo testada, todos queriam ver como uma jovem em seus 19 anos daria conta de estudos,carreira e uma filha. Me sentia muito pressionada a não falhar. Cansativo foi e quer saber? Não dei conta de tudo mesmo!! 

Durante nossa conversa, aprendi a reconhecer que  de fato minha vida não será perfeita nunca. Eu nunca darei conta de todos os afazeres, o mês sempre acabará antes dos compromissos e eu seguirei com meu clássico hábito brasileiro: “fazer tudo de última hora”.

A principal escolha que devemos fazer é: se culpar o tempo todo ou ser feliz? 
Vou seguir me culpando, porque acredito que dessa analise surgem melhorias em mim, mas já sei que nada disso me torna incapaz de ser feliz com a maternidade da maneira que eu escolhi. Tudo junto e misturado! 

A maternidade é uma doce contradição.

Continuam as análises…




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