Hora do Sono da Mel //Parte 1//

como ensinar o bebe a dormir sozinho

 

O sono do bebê é um assunto que rende noites e noites em claro para os pais, literalmente.

Alguns pais são premiados com bebês que dormem super bem, mas essa não é a regra. Se esse é seu caso, afaste os móveis e comece a dançar passinhos estranhos de alegria! Você tirou a sorte grande.

Agora se esse não é seu caso, continua lendo o que tenho para dizer, estamos juntas amiga!

Mel dormiu como um anjo até o 5 mês, cheguei a fazer a dancinha…era pegadinha do Malandro.

Assim que os dentes apontaram em uma semana muito quente,uma vacina, tudo junto com o que eu acredito ter sido um salto de crescimento, pois foi quando ela começou a engatinhar, nosso sossego acabou.

Cheguei a contar 9 acordadas em uma só noite! Não sei bem dizer onde foi que perdi a mão, que deixei o cansaço e a rotina de caos se estabilizarem, só sei que chegamos a um ponto que a situação ficou insustentável. Eu estava muito cansada, esgotada, sobrecarregada e vamos combinar? Ninguém é bacana assim!

No meio desse ciclo me perdi, mas consegui me achar e com perseverança, paciência e alguma ajuda, fiz as coisas voltarem ao eixo.

Não tem fórmula que vá resolver todas as questões de sono dos bebês desse mundo, se houvesse, a gente compraria e os bebês dormiriam em paz. Não é isso que acontece.

O que existe são várias dicas, truques e conselhos que podemos aproveitar, coisas que funcionaram com outras família e adaptar, costurando uma colcha de retalhos , para que sirvam para a rotina da sua casa.

Nesse vídeo falei mais sobre assunto, ele é o primeiro, semana que vem vai ao ar a segunda parte com todo o passo a passo da nossa rotina noturna. Nesse vídeo falei sobre quais eram os meus objetivos e como fiz para alcançá-los.

 

 

Resumindo:

O que eu pretendia:

  • ensinar a Mel a dormir no berço do quarto dela, por mais horas seguidas.
  • minimizar os sintomas causados pelo nascimento dos dentes

Como fiz:

  • retomei a rotina da noite ( banho, conversa, ir pro berço cada dia por um tempo maior)
  • usei floral e fitoterápico para a fase do nascimento dos dentes
  • melhorei a qualidade das sonecas durante o dia
  • cuidei para que ela não deixasse de se alimentar bem durante essa fase

Como eu disse antes,não acredito que haja regras , acredito em alguns truques e dicas que mesclado com várias outras coisas possam te ajudar com essa questão!!

Caso tenha alguma dúvida ou queira compartilhar sua história e suas dicas, por favor, fique à vontade para compartilhar aqui ou lá pelos comentários do YOUTUBE. Vamos ajudar mais mulheres, mães que se perdem no caos do cansaço durante essa fase tão delicada!

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um beijo

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cama compartilhada na marra …

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imagem: pinterest

Não vou entrar no mérito da segurança da prática da Cama Compartilhada. Há estudos que dizem ser perigoso para os bebês muito pequenos , mas há também muita controvérsia, portanto, não vou me aprofundar  em um assunto tão polêmico.

Esse post é só para contar o que anda acontecendo aqui, e quem sabe, se acontece o mesmo por aí, a gente não possa se ajudar, não é mesmo??

Escolhi “produzir” um berço lindo, na primeira vez com um “kit berço”  cheio de almofadas, não fui alertada de que isso poderia ser perigoso, e na segunda vez escolhi um berço com tela e couro, bem molinho e que dispensava o uso desses kits.

Dormiram comigo nos primeiros dias de vida por uma questão de praticidade, Babi nasceu em agosto e estava muuuito frio, Theo já chegou dividindo o espaço com a irmã que estudava de manhã, portanto precisava de sossego à noite e como eu amamentei ( e muito) os dois, era mais fácil deixá-los em um carrinho ao lado da minha cama nas primeiras semanas.

Depois eu quis que fossem maduros e entendessem qual era o espaço deles (#LittleFool), assim : de um dia para o outro.

Sempre soube que não queria dividir a minha cama com mais ninguém que não fosse o meu marido ( quem foi mesmo que inventou essa moda de as  pessoas que se amam e se casam PRECISAM dividir suas camas? #NuncaEntendi) , minha escolha.

Não tomei essa decisão baseada no medo dos estudos que falam sobre os risos aumentados da morte súbita, apenas decidi que a minha cama deveria ser um espaço meu ( ahhh já suficientemente partilhado!) e que meus filhos deveriam dormir em suas camas.

Por algum motivo, (podem rir) isso nunca funcionou.

Babi se esgueirou pelos corredores na calada na noite para  se aninhar no nosso colchão até os 4 anos.

Theo faz isso ainda, toda noite, uma ou duas vezes POR NOITE.

Pois é, pois é. De que vale tanta teoria se na prática a coisa é toda outra? rrsrs

Aproveito as escapadas dele para nosso quarto para levá-lo ao banheiro, portanto sou uma criatura que ainda acorda, ao menos uma vez a noite, como mamães de bebês pequenos, e essa criatura não vê muita saída. Theo já chegou aos 4 anos, sem dar sinal de que já pode passar uma noite toda no seu espaço.

Seguimos por aqui, como na foto, compartilhando (NA MARRA) uma cama para 3 seres humanos e um gato ( pois é…um persa idoso, grande e bééém folgado <3 ) .

Tá FÁCIL?

Quero dicas, conselhos e experiências!! Como é com vocês? Alguma receita mágica, algo que ainda não descobri? Já tentei trocar os lençóis e o edredom por artigos cheios de personagens, já fiz acordos, já prometi mundo e fundos. Tô negociando a alma por oito horas inteiras de sono preguiço e espaçoso! /O\

O que mais há para ser feito??

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Objetos de transição – Conforto e Segurança

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Ahhh as naninhas, famosas por acalmar os pequenos e lhes proporcionar aquela sensação deliciosa de conforto,aconchego e segurança. São os tão falados “objetos de transição”. Como tudo na vida ter limites para o período de uso é necessário, mas veja bem, eu ainda uso o meu!! Sou normal, juro!!

Utilizar um objeto que dê confiança ao bebê o ajudará a atravessar os conflitos normais dessa fase da vida, a separação da mãe tanto na hora de dormir quanto no caso dela precisar se ausentar, por exemplo. Continue lendo

O sono do bebê e o método Nana,nenê. { Diário do Bebê)

Como lidar com o sono dos bebês? Cama compartilhada? Berço ao lado da cama da mamãe? Berço no quarto da criança? São tantas dúvidas! O fato é que toda mãe quer ver seu filho dormindo como anjo!!

Esse assunto é bem polêmico, né? Eu nem conheci o livro Nana, nenê. Mas depois conversando com amigas que não concordavam com o método, descobri que instintivamente realizei algumas das técnicas por minha conta e risco.

Como não sou muito disciplinada nada funcionou muito bem. Babi fugia sorrateiramente para nossa cama toda noite até os 5 anos. E o Theo ainda está no berço justamente para que eu possa acalmá-lo lá quando ele acorda, e acreditem ele acorda umas 3 ou 4 vezes durante a noite, e ele tem 3 anos. Tem noites que a gente tá mito cansado e acaba trazendo ele para nossa cama.

Bom, minha experiência com as crianças e as madrugadas não é das mais felizes.
Com vocês a experiência da querida Débora, colunista do Diário do Bebê!!


Nana, nenê – Eu fiz!!!


Pensei muito se iria escrever sobre este tema, pois sei que muitas pessoas criticam o método. Quem me acompanha, sabe a mãe que sou. Dedico meu tempo integralmente ao meu filho. Cuido com todo o amor, carinho, atenção e paciência. Procuro fazer tudo o que for melhor e mais saudável. 

Eu acho muito lindo, digno e interessante quando as pessoas falam da cama compartilhada. Eu nunca fui a favor, pois acho muito perigoso. Eu nunca colocaria meu bebê no meio da cama, pois meu marido é muito agitado. Já levei algumas cotoveladas e joelhadas. E do meu lado, tenho medo dele cair ou machucá-lo.

Com 4 meses o Heitor começou a acordar de hora em hora. Achei que era uma fase e que logo passaria. Sonho meu!!! Eu e meu marido falamos com o pediatra e tentamos algumas coisas, inclusive dar um complemento alimentar, pois ele poderia ter fome. Nada feito. Ele continuava acordando de hora em hora. 

E não era só isso!!! Para dormir só ninando no colo (e só no meu colo) por 1 a 2 horas, todas as noite, com muito choro e reclamação. Outras vezes eu tentava no carrinho, na minha cama e nunca tinha um horário definido. Esperava ele dar sinais de sono. Tudo errado!!!

Ele estava crescendo e minha coluna pedindo socorro. 

Nesse tempo eu confesso que o levei algumas vezes para a minha cama, pois estava exausta e disposta a tentar qualquer coisa. Ele continuava acordando de hora em hora, de 40 em 40 min. 

Pela manhã eu estava cansada, acabada, irritada, um zumbi.

O pediatra havia nos falado do livro Nana, nenê (autores – Eduard Estivill e Sylvia de Béjar)  e resolvemos comprá-lo. Eu precisava dormir e o meu bebê também!!!

Tomamos coragem e começamos. O Heitor tinha completado 6 meses. Foi difícil!!! Muito difícil. Eu tinha vontade de correr para o quarto e pegá-lo no colo. Eu e meu marido ficávamos na sala, sem conseguir conversar, pois é tenso. O primeiro dia ele chorou uns 30 minutos. Entrávamos no quarto de tempo em tempo para dizer que estávamos ali, que era hora de dormir e que o amávamos. No segundo dia esse tempo caiu pela metade e os tempos foram diminuindo. 
Já na terceira noite ele acordou apenas uma vez para mamar. 

O tempo foi passando e nunca desistimos. Também é importante cada um ter um “feeling” de que o método está funcionando para o bebê. 

Faz mais de um mês que coloco o Heitor no berço e ele não chora. Depois de uns 10 minutos, entro no quarto para cobri-lo e ele dorme como um anjinho. Acorda apenas uma vez para mamar. Uma vez ou outra dá um chorinho, mas é coisa de segundos. 

Colocamos o Heitor para dormir perto das 21h e ele tem acordado por volta das 7h.

Não apliquei a técnica durante o dia, entretanto, o que é aplicado à noite, parece ter reflexo nos cochilos diurnos. Muitas vezes ele chorava para dormir de dia, ficava lutando contra o sono. Agora em 5 minutos ele dorme e sem reclamação.

O que aconteceu?

O bebê aprendeu a dormir.
Papai e mamãe aprovaram o resultado.

É MUITO IMPORTANTE que a criança durma, pois ajuda a evitar: problemas na escola com a falta de concentração, ataques de birra, crescimento reduzido (crianças produzem mais hormônio do crescimento (GH) do que adultos. O pico da produção desse hormônio ocorre durante a fase de sono profundo, principalmente nas primeiras horas.), obesidade, diabetes.

Bom o importante é cada um adotar práticas condizentes com a sua realidade e rotina, né? Cada família de um jeito e nunca julgar a maneira com que outras pessoas lidam com determinadas situações!!
Divida sua experiência com a gente! Concorda com o método proposto pelo livro? Sim ou Não?? 
A gente quer saber como é ou foi com você!!
um beijo,

 Débora Alves – Autora do Blog Muadiê – escreve a Tag DIÁRIO DO BEBÊ.

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