Lugar em que mágicas acontecem…

 

 

A maternidade muda praticamente tudo na nossa vida: ponto de vista, rotina, percepção de mundo, modo de agir… Até mesmo nosso corpo ganha novas funções. Os braços se tornam porto seguro. Pé e mão parecem se multiplicar quando necessário. Até mesmo os ambientes da casa

mudam! Antes, meu banheiro, por exemplo, era somente um lugar com suas funções específicas e fim de papo. No entanto, foi nesse espaço em que o Bruno e eu soubemos que seríamos pais por 3 vezes! Nas três descobertas, foi lá que aguardamos ansiosos a segunda listra e nos tornamos oficialmente grávidos!

Depois que a Babi, o Theo e a Mel nasceram, foi no banheiro que passei boa parte do tempo, banho após banho e nas intermináveis trocas de fraldas. Pouco a pouco, os produtinhos de bebê foram ganhando espaço na pia – enquanto minhas coisas foram cada vez mais perdendo visibilidade. Aposto que você também passou por isso!

Quem diria que um simples banheiro me traria tantas recordações lindas!

A medida que o tempo passa, o banheiro também vira refúgio das mães. É pra lá que a gente corre quando precisa descansar um pouco, respirar, se acalmar… Foi embaixo do chuveiro que chorei muitas e muitas vezes me perguntando se daria conta de tanta responsabilidade e se conseguiria sobreviver ao cansaço.

E sim! A gente sobrevive e vai além! Foi dentro do meu banheiro, também no chuveiro, que fiz a minha viagem mais incrível na maternidade: foi lá que aguentei firme praticamente todo trabalho de parto da Mel. Foram muitas horas, muitos banhos, muitas contagens de contrações e massagens nas costas, tudo acontecendo ali. Lá chegamos até os 8 centímetros tão desejados para então seguirmos para a maternidade e recebermos nossa baby da maneira natural que planejamos.

Se me contassem há um tempo atrás que eu conseguiria tanta alegria dentro de um banheiro com certeza eu não acreditaria! Mas olhando para trás só o que vejo é alegria, minhas conquistas e evoluções como mãe, todas vividas nesse espaço.

Foi assim que descobri que a DECA  faz mais parte da minha vida do que eu imaginava! E por isso, por estar tão presente na vida da minha família, que juntos queremos desejar FELIZ DIA DAS MÃES a você também. Muitas alegrias e felicidades, no lugar que mais te acolhe, cercada pelo ambiente que te confere mais segurança para fazer suas próprias escolhas.

 

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3 coisas que ninguém te contou sobre pós-parto

 

vida sexual após os filhosshutterstock.com

A mulher engravida e todos falam sobre as delícias da maternidade. Comentam sobre a sensação maravilhosa de gerar uma vida (e esquecem de dizer que ela vem acompanhada de dores nas costas, sono, enjoos). Também dizem que os filhos são corações fora do corpo e que o amor é infindável – sem mencionar que o cansaço também!

A verdade é que a gente cresce ouvindo uma versão romanceada da maternidade. É só na hora que o bebê nasce que muitas mulheres percebem quanto não estavam preparadas para aquela mudança. Eu mesma achei que o mais difícil que eu precisaria aprender era virar o corpinho molhado da Babi na hora do banho… Hahaha!

Difícil mesmo são os primeiros meses com o bebê. O pós parto é um período muito delicado de adaptação tanto para o bebê, quanto para a mãe e o pai. O cansaço bate, o casamento esfria e a rotina muda. Os hormônios estão loucos tentando voltar aos seus lugares de origem, os peitos vazando leite e ainda há os desafios do início da amamentação – tema que, felizmente, todo mundo tem uma experiência para trocar, um palpite para dar ou um produto/serviço para indicar. Já notaram isso?

Mas há um outro lado do início da vida com um bebê que ninguém me contou – e ele tem relação com o seu casamento. Prepare-se para ouvir algumas verdades!

1- Você não vai querer transar.

Não é nada pessoal contra o seu marido. Se o Ryan Reynolds aparecer só de toalha no seu quarto, é capaz que você nem perceba (e, se perceber, vai pedir para ele buscar uma fralda no criado mudo). Nos primeiros meses com um bebê, nossa cabeça e nosso corpo estão uma bagunça. Você se sente exausta, tenta entender o novo papel e, muitas vezes, odeia o que vê no espelho. Parece que nunca mais na vida você vai sentir desejo de novo – ao contrário do seu parceiro, que está riscando na agenda quantos dias faltam para o resguardo acabar.

2- Na primeira vez que você tiver relação sexual depois do parto, pode parecer que voltou a ser virgem.

Sim, pode doer. E, má notícia: pode ser que as coisas não melhorem nem na segunda nem na terceira vez. Um dos motivos para esse problema é a falta de lubrificação – e ela pode acompanhar você até quando parar de amamentar. Isso mesmo! A prolactina, hormônio da amamentação, inibe a produção de estrogênio pelo ovário. Um dos papéis desse estrogênio é manter o revestimento da vagina úmido e saudável. Por isso o ressecamento vaginal é bem comum nessa fase. Pelo menos 70% das mulheres que amamentam sentem essa sensação de “secura” – e que não necessariamente está relacionada à falta de desejo. Por mais que você esteja excitada, seu corpo simplesmente não umidifica! É uma questão fisiológica! Por isso, para facilitar na hora, é importante lubrificar. E não precisa parar no meio do ato para passar lubrificante. Existem hidratantes vaginais que melhoram o problema, deixando a vagina hidratada por até três dias. Pergunte para o seu médico e faça o teste. Você pode solicitar uma amostra grátis do hidratante Vagidrat pelo site . Sinceramente? Esse tipo de produto praticamente precisa estar na lista de compras do enxoval do bebê!!! hahaha

3- Voltar a ter relação sexual vai te ajudar a se encontrar.

Quando o bebê chega, parece que nada nunca mais será como antes. De fato, um bebê muda muito a rotina, mas a gente não deixa de ser a pessoa que éramos, de curtir as coisas de antes. Portanto, vai chegar um momento em que você sentirá necessidade de sair da “bolha” da maternidade. Você vai querer se reencontrar!!! E seu parceiro pode te ajudar muito nessa hora. Voltar ao sexo – e ter prazer – faz parte do processo de se despir do papel de “mãe” e voltar a ser mulher – mas na versão com upgrade, claro.

 

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 Não se esqueça, essas alterações podem acontecer com qualquer uma de nós e aos poucos tudo vai se ajeitando, retornando aos seus antigos lugares ou tomando novas posições afinal, a vida é isso mesmo, né? Vamos nos reinventando todos os dias.  Te convido a solicitar uma amostra grátis do hidratante Vagidrat : www.vagidrat.com.br

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Tudo começou // antes do nascimento

parto hospitalar humanizado

 

Nossinhora! Lá se vai um mês, 30 dias, 4 semanas que ela chegou. Já somos 5 !

Fiz com o maior carinho do mundo muitas anotações ao longo desse tempo para montar o quebra-cabeça do relato do nosso parto.

Ficou lindo!!

Antes de publicá-lo aqui e compartilhar com todos vocês como foi que tudo aconteceu naquele dia – semana na verdade, pois entrei em trabalho de parto na madrugada de segunda pra terça e Amelie só nasceu na quinta – gostaria de deixar aqui nessas linhas algumas considerações.

Nunca fui a louca do parto. Não sou ativista. Não indico ou repreendo nada e  não acredito que certas escolhas façam de mulheres mães melhores ou piores. Acho importante –  e lindo – incentivar práticas saudáveis e benéficas à mães e filhos, mas também respeito quem simplesmente “não pega esse canal” e  faz escolhas que respeitem somente seu próprio limite ou desejo. Acho justo, cada cabeça uma regra!!! Viva as diferenças!

Ah, o mais importante, quero contar aqui como cheguei – ou chegamos – ao caminho que decidimos tomar, ao parto que acreditamos ser o melhor para todos nós.

Eu realmente comecei essa busca sem saber o que estava procurando!

Bárbara nasceu de uma cesárea necessária, estava em posição pélvica e foi minha escolha, totalmente consciente. Entrei em trabalho de parto durante a madrugada e ela nasceu – linda, loura e de olhos azuis – no início da manhã.

Theo nasceu com 38 semanas – depois comprovadas  37 semanas – em uma manhã de consulta de rotina, a médica me disse que os batimentos cardíacos não estavam legais, que ele poderia entrar em sofrimento e eu – sabendo que estava sendo enganada porém, sem coragem de contradizer uma opinião médica ( blááá) – cedi a pressão e me submeti a minha segunda cesárea. Essa foi dolorosa, não só na preparação, pois fui chorando sentindo meu trabalho de parto roubado, como no pós parto. Tive minha segunda cesárea, um bebê saudável e de brinde ganhei um problema na cervical ocasionado – segundo minha ortopedista – pela anestesia.

Vida seguiu e eu sempre me peguei pensando em como seria um parto “normal”. Eu queria tanto ter passado por isso.

Entendia por parto normal o que hoje sei que de normal não tem nada e quando engravidei novamente só tive coragem de pensar nisso às 27 semanas.

Com a proximidade da data chegando, encontrei amigas que estavam seguindo pelo caminho do parto humanizado, com respeito e zero procedimentos desnecessários, mas naquela época, ainda não entendia do que se tratava tudo isso. Não estava nessa vibe, não era meu mundo.

Buscava pela “fuga” da cesárea e não por um parto de fato normal. Normal pra mim naquele ponto eram os partos cheios de procedimentos desnecessários e claro, uma analgesia e não achava essencial pesquisar sobre os ainda mais desnecessários procedimentos que os bebês são submetidos todos os dias, aspirações, vacinas,corte precoce do cordão umbilical…nada disso fazia parte das minhas preocupações ainda.

Acontece que conforme fui mergulhando nesse mundo, pesquisando e conversando com médicos, depois encontrei aquela que viria a ser minha doula e ouvindo muito o que as amigas – principalmente uma…Analu! – tinham para compartilhar sobre tudo isso me senti num caminho sem volta.

Depois que conheci as reais necessidades, os procedimentos e compreendi muita coisa sobre nascimentos, não consegui aceitar nada menos do que um ato natural e humano, tanto para mim quanto para meu bebê. É difícil se submeter as atrocidades que acontecem em partos nada normais, em posições desfavoráveis, sem respeitar os desejos da família.

Aspirar, pingar colírios e não dar o direito de um bebê se beneficiar de todo o sangue de seu cordão umbilical – bebês que têm o cordão cortado assim que nascem perdem até 30% do SEU sangue –  são pontos que não se pode ignorar. A ignorância pode até ser uma benção em alguns casos, mas quando falamos de bebês inocentes e mulheres em momentos tão vulneráveis…como é difícil admitir isso! Sei que em muitos casos essa é a única opção possível para quem como eu busca fugir de uma cesárea desnecessária, afinal partos assistidos por equipe humanizada na maioria – se não em todos – dos casos não são cobertos por planos de saúde, e nem poderiam com o valor baixo que esse sistema paga os profissionais. Tem muito trabalho, tempo, dedicação e entrega para  respeitar verdadeiramente a natureza.

Me lancei de corpo e alma – e medos –  e cheguei aos poucos a uma equipe humanizada e que mesmo com minhas prévias cesáreas toparam encarar essa jornada comigo e acreditem, isso tudo só aconteceu próximo das 33 semanas!! Nunca é tarde para se tomar essa decisão.

Minha médica só me deu um conselho: Tente sem anestesia, assim será melhor para controlarmos tudo.

O hospital que havíamos escolhido não tinha nada de humanizado,mas tinha um uma UTI neonatal para qualquer intercorrência. No dia em que Amelie resolveu estrear nesse mundo ela estava sem vagas e acabamos optando por um outro que para minha surpresa tinha um sala de parto super convidativa e foi então – antes nunca tinha me passado pela cabeça – que a banheira da doula entrou em cena e o parto na água se tornou uma possibilidade.

Por que estou contando tudo isso antes do meu relato de parto?

Para te mostrar que nunca é tarde para se informar e que se for sua vontade – qualquer que seja – se informe sobre tudo que envolve sua decisão e quais são os caminhos possíveis.

Para ter um parto como planejado não basta querer, tem que se informar e correr atrás. Também quero deixar claro aqui que esse terceiro parto foi um sucesso pra mim, foi melhor do que eu imaginava e nem por isso foi mais intenso do que os anteriores, pelo contrário! Ele me fez ver que cada mulher deve escolher o que lhe faz feliz e na medida do possível “peitar” o mundo todo e escolher ter um parto na água, na chuva ou na fazenda, de cócoras ou de ponta cabeça…uma cesárea eletiva, um parto com plantonista no PS. O que couber no bolso e no coração, no final das contas isso

não  muda em nada o amor que sentimos por cada filho. <3

Ah, estou contando tudo isso, nesse texto desconexo por motivo de: Senti vontade e como ainda estou cheia de hormônios, resolvi não me contrariar!! kkk

continua…

mas sem mimimi

 

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Trancoso -BA // Nossa Baby Moon

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Viajar é bom demais, adoramos! Já encaramos vários roteiros “exóticos” com crianças, não tenho medo de por o pé na estrada com elas e acho que mostra o mundo aos pequenos um dos maiores legados que podemos deixar aos pequenos.

Mas vamos combinar que viajar a dois é bom demais também, né? É como experimentar um ” mini flash back” da vida antes das crianças. Se preocupar só com você, sem horários, sem correria, sem opiniões … e com silêncio. Ahhhh o silêncio, às vezes esqueço do quanto gosto dele!! rsrsr

O desejo de dar uma pausa antes da Amelie nascer e dedicar alguns dias só ao nosso casamento foi aumentando conforme percebemos o que estava por vir  e mesmo com as semanas da gestação avançadas, decidimos fazer. Uma Baby Moon ( Lua de Mel antes do Bebê nascer ) para chamar de nossa!! Mudamos os planos para um destino com poucas horas de vôo e escolhemos Trancoso na Bahia como nosso paraíso particular. Continue lendo

Ensaio gestante – 34 semanas

 

 

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Não fiz quase fotos nas outras gestações, já comentei aqui que não me sentia incrível…engordei demais, sentia muitos incômodos e me perguntava toda manhã : Por que as cegonhas não existem?

Agora correu tudo tão diferente! Já falei lá no Instagram ( já segue? @blogpetitninos ) que precisei passar por isso três vezes pra gostar desse estado. Apesar dos enjoos no início e as dores e incômodos que são os mesmo, me senti mais bonita, mais bem disposta.

Quando anunciamos a gestação aos amigos ( e aqui …vocês são meus amigos!!!) fizemos um ensaio e eu adorei tanto o resultado que jurei que faria um do barrigão mais para frente. Continue lendo

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