Perigo: Kit Berço

 

Mel já está uma mocinha, ou seja, assuntos relacionados ao enxoval não são mais uma questão na minha vida.

Recentemente ganhamos um bebê novo na família, meu sobrinho Bernardo não tem nem um mês de vida e por isso voltei a rever alguns assuntos para auxiliar minha cunhada que é mãe de primeira viagem.

Passei algumas dicas baseadas em minhas experiências e como sou mãe há quase 17 anos podem imaginar quantas coisas novas surgiram como milagres e quantas coisas vimos cair em desuso, né?

Já tem um tempo que ouvimos falar por aí sobre os perigos do kit berço e sobre ideias para substituir esse item do enxoval dos bebês.
Eu soube disso mas confesso que não me inteirei do assunto na época por motivos de: eu não tinha um bebê !

Quando fui preparar a chegada dá Mel já encontrei muitas opções para substituir o kit berço, opções de novos produto, materiais e formatos.
Imagine 14 anos de diferença entre o primeiro enxoval e o segundo, sendo que o do Theo, feito 7 anos atrás, não teve kit berço porque o berço dele era de madeira mas com as laterais em tela. Não vi necessidade e simplesmente risquei o item da minha lista.

Sabia das novas recomendações sobre o uso do kit berço, dá polêmica da época e por estar vendo tantas novidades mas nunca pesquisei a fundo os reais motivos para indicação das mudanças.

A Sociedade Brasileira de Pediatria ( também a Sociedade Americana de Pediatria) não recomendam mais o uso desse acessório antes tão comum nas listas de enxovais.

O risco de sufocamento é o principal motivo. Como antes os protetores eram almofadas volumosas. cheias de detalhes e presas de diversas maneiras às grades dos berços o perigo do bebê acabar ficando com o rosto preso no protetor, não conseguir se virar ou desvirar.

O outro motivo é o risco do bebê conseguir se utilizar do kit berço para sair do berço. Aqui o risco principal é de queda! E estamos falando dos protetores com almofadas mais gordinhas e também do mais finos pois uma vez que ficam presos nas grades, fixos, podem ser um apoio perfeito para que eles tentem pular.

Existem modelos de protetores super finos, importados e ainda caros, que são feitos em malha bem fina e portanto eliminam os riscos citados. Ah também a opção de se usar um “ninho” durante os primeiros meses para proteger o bebê de cabeçadas e a que adotamos que é o uso dos rolinhos em substituição.

São peças bem mais baixas do que os protetores, feitos de espumas e que não são fixos. Eu gostei da ideia mas hoje provavelmente teria aderido somente ao uso do ninho no início pois já não usamos mais os rolinhos.

Ah, além do kit protetor de berço, também não são recomendados o travesseiros, coberta, bichos de pelúcia dentro do berço pois os riscos são os mesmos.

E você? Usou o kit berço de qual modelo? Conta aqui sua experiência!

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