E o Terrible Two ?

terrible two

Não dá pra negar que essa fase dos dois anos, chamada de terrible two, assusta muito quando a gente escuta as histórias de pais e mães por aí.

O início das chamadas cenas de birras são causadas pela dificuldade das crianças em lidar com suas frustrações e, pelo que observei com meus filhos, a intensidade do “piti” é proporcional ao sono ou cansaço do momento, geralmente.

O que percebi nesse tempo todo é que o que acontece de fato é: quando o bebê já entendeu que é um “ser” que pode demonstrar todos os seus sentimentos, quando ele quer dizer algo somado a alguma situação adversa ( sono, cansaço) ou se ele é contrariado … é daí a coisa pode desandar. Essa combinação pode ser uma bomba comportamental, termo que nem existe, inventei agora! hehe

É um combinação de fatos que precisa acontecer e isso não acontece só aos dois anos de idade. A Mel começou a andar e falar suas primeiras palavras muito cedo (por volta de 10 meses ela já deu seus primeiros passos), penso haver aí uma forte ligação entre esses fatos.

É isso aí, uma hora ou outra vai acontecer com você também, acredite, nenhum pai ou mãe passa pela jornada de criação de filhos sem ter que lidar com essas situações.

Então, por que rotular essa fase de descobertas tão linda que é a dos 24 meses definindo-a apenas como difícil e cheias de birras??

 

terrible twoterrible two terrible two

Já tem um tempo que decidi não rotular nem as crianças e nem as fases delas, acho que fazer isso é condenar uma fase ou outra, é como já colocar uma carga negativa . Agora eu sei que uma fase dessas ” já classificadas” pode chegar muito antes do tempo ou muito mais tarde, ou seja, cada criança é uma e não são definidas pelas fases pelas quais vão passar.

Hoje entendo que os dois anos não são terríveis, muito menos as crianças de dois anos são difíceis. O mundo vai ganhando outra proporção para esses pequenos e eles precisam entender qual o seu papel e como tudo funciona. Aprendi que nem tudo pode ser resumido ao termo “birra”, muitas coisas são simples teste de limites.

Muito semelhante com a adolescência, fase da qual já tive muito medo e que já me vi rotulando muitas vezes também.

Eu não sou psicóloga, não estudei comportamento infantil mas, já passei por tantas coisas com as crianças que hoje acho mais fácil encarar dessa maneira. Facilita para Mel e para mim também, nessa hora com consciência do que ela está vivendo sou capaz de contornar as situações com muito mais empatia do que quando eu acreditava que tudo era birra, culpa dos dois anos.

Não é sempre fácil, não sou a pessoa mais paciente do mundo, mãe iluminada e muito menos cheguei na perfeição mas com toda a certeza agora, no terceiro round do meu maternar sou sim mais preparada para essas situações. Posso ainda me perder no cansaço de alguns dias mas tenho a consciência do caminho a ser tomado.

Nada como o tempo e um pouco de experiência – bate cabeça – para nos fazer ter mais leveza na vida, né? Sinto que esse é o grande presente surpresa do tempo, ele passa rápido demais e, por vezes, o acho cruel mas no final das contas é graças a ele que aprendemos a ser melhores.

Estamos de coração aberto para os dois anos da #GLAMelie.

blogpetitninos

 

 

um perfil

rotular as crianças

 

 

Aquele que você respeita!

Já faz tempo que penso em como a gente acaba “dando” estereótipos pros nossos filhos de acordo com perfil que acreditamos que cada um tem. Você já pensou sobre isso? É uma coisa simples e é natural em um ninho com mais de um passarinho, cada um ser de um jeitinho.

A gente encontra ” o tímido” ,” o falante” , “o engraçado”, “o rabugento”, tudo ok! Acontece que mesmo tendo um perfil ninguém precisa ser nada pra sempre, a gente muda e isso é o natural. Fico pensando que às vezes , sem nem perceber, a gente acaba atribuindo algumas qualidades aos pequenos e pode ser que eles se acomodem nos limites da definição.

Pode ser que o tímido fique cada vez mais tímido, o irmão falante cada vez mais falante e isso só porque crescem achando que precisam ou só podem ser daquele jeito.

São só pensamentos mas ando com isso na cabeça e quero escrever mais lá no blog sobre o assunto já que vejo muitas mudanças em muitas fases deles, já que fui uma mãe diferente para cada um e já que busco sempre mudar.

Não tenho nenhum problema em saber que já fiz muitas coisas que não faria outra vez e a gente só segue tentando melhorar através de reflexões, né?

Já pararam pra pensar , quem tem mais de um filho principalmente, como a gente acaba fazendo comparações e que muitas vezes eles sabem dos papéis que estamos atribuindo às suas personalidades ?

 

um beijo

#DoInstaProBlog

@blogpetitninos

blogpetitninos

Eu fui , ela ficou!

 

Se me contassem há 15 anos atrás que eu teria algum problema em passar uma noite fora de casa por causa de um filho, com certeza não acreditaria!

Mas eu tive muitos problemas – auto sabotagem – nesses 20 meses depois do nascimento da Mel. Não consegui simplesmente deixá-la, nem mesmo por algumas horas.

Muito dessa nossa conexão eu atribuo à amamentação mas, no fundo, sei que não está aí a culpa disso não. Eu mesma já amamentei outras duas vezes e me senti muito mais livre.

Não que dessa vez me sinta presa, mesmo sendo, eu gosto de como nossos meses foram até hoje, da minha dedicação total, misturada aos cuidados da casa e do meu trabalho em home office. Não tem nada de fácil ou romântico nessas tarefas mas mesmo assim, eu sempre quis minha rotina dessa maneira e sou sim grata pela bagunça/correria nossa de todo dia. A gente funciona nesse caos.

O que acontece é que somos uma mãe diferente a cada viagem, é assim que consigo explicar as minhas mudanças a cada bebê. Uma mãe para cada bebê. Nessa terceira vez meu tempo para me sentir livre demorou muito mais.

Nessa correria toda Mel é minha companheira, anda pra baixo e pra cima pendurada – literalmente – em mim. Até umas semanas atrás, todos os compromissos longe de casa que assumi incluíam a pequena mas eu sabia que uma hora seria necessário e  benéfico para nós uma separação.

Eu já havia tentado deixá-la um final de semana com a minha mãe mas na hora “H” acabei pegando o carro e indo amamentá-la pois na ocasião, estávamos hospedados em um hotel próxima da casa dela, então eu nem conta essa vez como nossa primeira separação.

Mas Marina, qual é o seu problema ? Mel não toma outro leite ainda?

Toma, ela aceita alguns poucos mililitros em uma marca de mamadeira específica. Ela também já come de tudo como é de se esperar pela idade e  não morreria de fome. Já demos início ao desmame noturno gentil,ou seja, leia-se DEVAGAR no lugar de gentil e o termo auto explica-se.

Nosso esquema da noite anda assim: Ela toma banho e mama uma mamadeira de fórmula ( às vezes só um pouco, às vezes tudo…depende do dia) assistindo algo deitada na minha cama. Ficamos por ali por meia hora até os sinais de sono aparecerem e daí ela pede um pouco de peito. Na sequencia ela segue para o berço acordada e lá adormece por volta das 21hs.

Raramente ela dorme batido até a mamada da madrugada, por volta das 4 da manhã. Normalmente ela acorda duas vezes. Nessas vezes Bruno ou eu vamos até o berço, falamos que está de noite e ela volta a dormir sendo ninada no colo ou no berço como já aconteceu em algumas noites abençoadas.

Então, como anda nossa rotina, para que eu ficasse fora por uma noite Bruno teria que travar a batalha da mamada das 4hs, porque essa eu ainda não consegui vencer pois ela não aceita nessa hora outra coisa que não seja peito e acabo sendo derrotada por meu cansaço, costumo carregá-la pra minha cama. Podem imaginar que depois de tantos meses de privação de sono e com os dias corridos, nesse horário eu não respondo por mim, não sei o que é certo, errado e muito menos sou capaz de seguir minhas próprias regras. Não sei nem responder meu nome!

Fui convidada para estar no 3º Seminário Internacional de Mães e mesmo estando muito feliz com as possibilidades e tudo o que esse convite representou profissionalmente eu cogitei me sabotar, arrumar desculpa, rezar por uma gripe ou qualquer coisa que decidisse por mim ficar em casa.

Sabia que teria que passar uma noite fora pois passaria um dia em coletivas de imprensa e na manhã seguinte teria que estar no seminário muito cedo.

Me enchi de coragem, recebi um convite para ir com amigas ( Aninha, Thalita e Marina … se vocês soubessem como foi importante estar com vocês!!! Vocês nem imaginam!) para São Paulo, fui.

PS>: aquela agarrada básica nas pernas da mãe na saída, só pra fazer a pobre sair com a cara inchada de chorar! ai ai ai…

Passei o dia entre amigas e bate papos, falamos sim de filhos mas quer saber? Passei o dia muito bem, desconectada e focada no trabalho e nas conversas leves de quem assim como eu, estava tirando umas horas “OFF” da função de mãe, ironicamente nos bastidores de um seminário para mães.

Ok que eu chorei um pouquinho de saudade enquanto gravávamos um vídeo…ok! Ok que eu não preguei o olho depois que todas dormiram … Ok! Ok que tive medo de saber como havia sido a noite …ok!

Mas olha, todos nós sobrevivemos! Ela acordou muito menos, despertou às 3hs e aceitou uma mamadeira depois de chorar meia hora e entender que eu não estava lá. Mamou e dormiu direto até às 8hs coisa que nunca tinha acontecido. Nada disso nunca tinha acontecido.

Nossa separação foi positiva e merecida!

Mas e aí, Marininha, vai repetir?

Opa…se vou! E ainda vou te deixar alguns conselhos caso esteja passando por isso, caso esteja no mesmo ponto que eu estava, achando que o mundo pára quando não estamos ao lado do bebê.

Vou te deixar alguns conselhos porque sou bem abusada, em uma escapa já estou me sentindo bem livre outra vez! Abri o precedente minha gente! Então, se você está prestes a precisar se separar por uma ou mais noites do seu bebê:

 

  • Converse muito antes do momento com o seu bebê. Explique que ficará longe, que levará o mama – se você também amamenta – e conte exatamente como funcionará, quantos dias serão e com quem ele ficará, fale que confia nessa pessoa que cuidará dele. Bebês entendem absolutamente tudo, pode acreditar!

 

  • Procure estrear nessa situação com amigas, talvez o seu marido não seja a melhor companhia durante essa separação pois vocês possuem o mesmo foco, o bebê que ficou em casa. Além disso pode ser mais fácil pro bebê se separar de um dos pais de cada vez, pode ser só um palpite mas acho que o sucesso veio do fato de o papai ter conversado bastante com ela durante minha ausência.

 

  • Foque no presente. Você saiu de casa gata, não carregue as angustias com você, segura a onda e finja costume de estar só! Aproveite para caprichar na make sem ninguém enroscado nas pernas, para relaxar e aproveitar esses momentos com você mesma.

 

  • Você não estará com o seu bebê então não tente controlar tudo à distancia, deixe e confie nas mãos em que ele ficou. Tá com pai/avó/tios …tá com Deus! Se você não desapegar, vai pirar.

Então…e por falar em deixar nas mãos de quem está cuidando, olha que maravilha que o Bruno conseguiu fazer:

deu chupeta pro bebê que nunca aceitou … e ainda fez essa foto, no corredor de cervejas do supermercado. Olha, pai definitivamente não é mãe não! hehehe

Brincadeiras à parte, todos os meus agradecimentos ao papai maravilhoso que temos em casa, segurou muito bem a barra da casa e dos três. Enfrentou o dia com eles, a madrugada com a pequena e ainda levou e buscou a mais velha na balada. Mesmo me considerando uma supermãe, preciso admitir, ele faz tudo igual ou até melhor do eu!

É isso amores, a vida anda e continua, mesmo quando não estamos lá e voltar pra casa e ser recebida com um abraço, peitos cheios e um ” qué mamá” é maravilhoso! Vamos repetir quando achar que a hora chegou novamente porque se tem uma coisa que aprendi sendo mãe é: Respeito! Não só às escolhas mas também ao tempo de cada um.

 

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Com cuidado e proteção

usar repelente com segurança

imagem: shutterstock.com

 

Mãe sabe que cuidado nunca é demais. Não importa qual o assunto, a gente quer proteção para nossos pequenos, nossa família, casa e vida! Nesses últimos tempos, a questão da proteção contra os mosquitos, principalmente por causa da dengue e zika, é um assunto sério aqui em casa. Como um mosquitinho tão pequeno como o Aedes aegypti pode transmitir tantas doenças.

Mudamos alguns hábitos, cuidados para não deixar água parada no nosso quintal, areia nos pratinhos de vasos e investimos em telas para mantê-los o mais longe possível. Acredito que o mesmo tenha acontecido em muitas casas, com muitas famílias. O repelente virou acessório obrigatório e eu virei conhecedora de itens que compõem os repelentes para saber qual o mais eficaz, coisa que não imaginava fazer alguns anos atrás. Virei a louca dos rótulos, e o antigo” não esquece o casaco e passa o protetor solar” passou a dividir espaço com mais uma recomendação de mãe: “não esquece o repelente!”.

Moramos numa casa com muita natureza ao redor e as crianças passam bastante tempo do lado de fora. Proteção contra os mosquitos, depois desses surtos, passou a ser constante – foi inclusive uma recomendação da escola, passaram a nos pedir que aplicássemos o repelente nas as crianças antes de manda-las para a escola e eu achei muito legal.

Para termos sucesso e manter os mosquitos longe da gente, além de mudar hábitos para não cultivarmos seus criadouros (atenção, grávidas!), nós precisamos entender um pouco sobre nossa principal arma, a mais eficaz a curto prazo: o Repelente!

 

– Em geral, a recomendação da maioria dos produtos no mercado é aplicar o repelente de 2 em 2 horas e, no caso de banho, atividades aquáticas e transpiração, o produto deve ser reaplicado, seguindo a recomendação do fabricante.

– repelentes não matam os mosquitos, como o nome já diz, eles os afastam e, portanto, a boa cobertura da pele é a maneira ideal de ficar protegido. O repelente tem a função de formar uma película protetora.

– Esses produtos são encontrados em algumas apresentações (creme, spray, gel) e com indicação para diferentes faixas de idade, você deve escolher o que mais se adequar à sua família e estilo de vida.

– Produtos com DEET em sua composição agem nos receptores de cheiro dos insetos que são atraídos por nós pelo aroma de CO2 que exalamos.

– Sobre a composição, produtos com DEET em percentual de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade, acima de 10%, a aplicação em crianças abaixo de 12 anos não deve ser feita.

– Os repelentes devem ser aplicados nas crianças sempre por um adulto, que deve colocar o produto em suas mãos e, em seguida, aplicar na criança, evitando a aplicação do repelente na palma das mãos da criança, olhos, boca e narinas.

– Em crianças de 2 a 12 anos de idade, não aplicar mais do que 3 vezes ao dia.

– Em nós mulheres que, principalmente, usamos vários cosméticos como cremes hidratantes, protetor solar e maquiagem, o repelente deve ser o último produto a ser aplicado e apenas após os anteriores terem secado completamente.

Os repelentes são nossos grandes aliados! As escolha que fiz para minha família são os produtos da linha OFF!®. Com 60 anos de expertise em mosquitos, OFF!® é comprovadamente eficaz para proteger as pessoas contra mosquitos que podem transmitir doenças, são aprovados e regulamentados pela Anvisa e dermatologicamente testados, o que me deixou bem tranquila para trazê-los para o nosso dia a dia. Para conhecer toda a linha e escolher o mais indicado para a sua família Clica Aqui!!

 

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Babi faz 15…

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Achei que esse dia fosse demorar tanto para chegar quando me pegava pensando em como seria a vida daquele bebê que me pegou de surpresa na vida.

Chegou hoje.

Os 15 anos para mim são emblemáticos, é a porta de entrada para a melhor fase da vida. Eu curti muito minha adolescência, achava tudo bom demais, muitas novidades. É como florescer para a vida. Claro, tem muito dilema envolvido, mas acho que essas coisas, não tão incríveis, a gente deve esquecer. Fiquemos com o que interessa carregar, né?

Eu amei essa fase! Encontrei meu amor para a vida toda, fiz mil planos, sonhava muito como boa sagitariana que sou, uma viagem na maionese atrás da outra, o mundo era todo meu, tudo era possível.

Quero que minha filha viva as mesmas emoções dessa fase, acontece que : pqp como é difícil estar do outro lado! Ser responsável por alguém e confiar em tudo que ensinamos e ao poucos ir dando corda, pra ela ir…em segurança.

Só tenho como confiar no que já ensinei, no que plantei na menina moça que ela se tornou, nada mais posso fazer. E ir, aos poucos, deixando que ela ganhe o mundo, com seus próprios passos.

Eu acho a adolescência linda do ponto de vista de quem está florescendo, mas que para os “donos” do vasinho que floresce, ahhhh, não tem nada de fácil! É sim, difícil.

Mas como a vida só anda pra frente minhas queridas, é foco no futuro! Eles crescem, nossos bebês de uma hora para outra deixam de ser bebês. A maternidade que me foi apresentada bem cedo, não tinha muitas expectativas, quem não faz planos, sabe do que digo. A gente não idealiza muita coisa, não romantiza. Até pensa no futuro, mas sem grandes cobranças.

Meu futuro chegou e daqui para os 18, eu já sei, será um pulo!! A medida que a idade deles vai avançando a gente vai entendo como é importante MESMO viver cada dia como se fosse único, com alegria, pois tudo passa muito rápido.

Ah, maternidade, essa coisa linda!

 

beijos

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