um perfil

rotular as crianças

 

 

Aquele que você respeita!

Já faz tempo que penso em como a gente acaba “dando” estereótipos pros nossos filhos de acordo com perfil que acreditamos que cada um tem. Você já pensou sobre isso? É uma coisa simples e é natural em um ninho com mais de um passarinho, cada um ser de um jeitinho.

A gente encontra ” o tímido” ,” o falante” , “o engraçado”, “o rabugento”, tudo ok! Acontece que mesmo tendo um perfil ninguém precisa ser nada pra sempre, a gente muda e isso é o natural. Fico pensando que às vezes , sem nem perceber, a gente acaba atribuindo algumas qualidades aos pequenos e pode ser que eles se acomodem nos limites da definição.

Pode ser que o tímido fique cada vez mais tímido, o irmão falante cada vez mais falante e isso só porque crescem achando que precisam ou só podem ser daquele jeito.

São só pensamentos mas ando com isso na cabeça e quero escrever mais lá no blog sobre o assunto já que vejo muitas mudanças em muitas fases deles, já que fui uma mãe diferente para cada um e já que busco sempre mudar.

Não tenho nenhum problema em saber que já fiz muitas coisas que não faria outra vez e a gente só segue tentando melhorar através de reflexões, né?

Já pararam pra pensar , quem tem mais de um filho principalmente, como a gente acaba fazendo comparações e que muitas vezes eles sabem dos papéis que estamos atribuindo às suas personalidades ?

 

um beijo

#DoInstaProBlog

@blogpetitninos

blogpetitninos

Eu fui , ela ficou!

 

Se me contassem há 15 anos atrás que eu teria algum problema em passar uma noite fora de casa por causa de um filho, com certeza não acreditaria!

Mas eu tive muitos problemas – auto sabotagem – nesses 20 meses depois do nascimento da Mel. Não consegui simplesmente deixá-la, nem mesmo por algumas horas.

Muito dessa nossa conexão eu atribuo à amamentação mas, no fundo, sei que não está aí a culpa disso não. Eu mesma já amamentei outras duas vezes e me senti muito mais livre.

Não que dessa vez me sinta presa, mesmo sendo, eu gosto de como nossos meses foram até hoje, da minha dedicação total, misturada aos cuidados da casa e do meu trabalho em home office. Não tem nada de fácil ou romântico nessas tarefas mas mesmo assim, eu sempre quis minha rotina dessa maneira e sou sim grata pela bagunça/correria nossa de todo dia. A gente funciona nesse caos.

O que acontece é que somos uma mãe diferente a cada viagem, é assim que consigo explicar as minhas mudanças a cada bebê. Uma mãe para cada bebê. Nessa terceira vez meu tempo para me sentir livre demorou muito mais.

Nessa correria toda Mel é minha companheira, anda pra baixo e pra cima pendurada – literalmente – em mim. Até umas semanas atrás, todos os compromissos longe de casa que assumi incluíam a pequena mas eu sabia que uma hora seria necessário e  benéfico para nós uma separação.

Eu já havia tentado deixá-la um final de semana com a minha mãe mas na hora “H” acabei pegando o carro e indo amamentá-la pois na ocasião, estávamos hospedados em um hotel próxima da casa dela, então eu nem conta essa vez como nossa primeira separação.

Mas Marina, qual é o seu problema ? Mel não toma outro leite ainda?

Toma, ela aceita alguns poucos mililitros em uma marca de mamadeira específica. Ela também já come de tudo como é de se esperar pela idade e  não morreria de fome. Já demos início ao desmame noturno gentil,ou seja, leia-se DEVAGAR no lugar de gentil e o termo auto explica-se.

Nosso esquema da noite anda assim: Ela toma banho e mama uma mamadeira de fórmula ( às vezes só um pouco, às vezes tudo…depende do dia) assistindo algo deitada na minha cama. Ficamos por ali por meia hora até os sinais de sono aparecerem e daí ela pede um pouco de peito. Na sequencia ela segue para o berço acordada e lá adormece por volta das 21hs.

Raramente ela dorme batido até a mamada da madrugada, por volta das 4 da manhã. Normalmente ela acorda duas vezes. Nessas vezes Bruno ou eu vamos até o berço, falamos que está de noite e ela volta a dormir sendo ninada no colo ou no berço como já aconteceu em algumas noites abençoadas.

Então, como anda nossa rotina, para que eu ficasse fora por uma noite Bruno teria que travar a batalha da mamada das 4hs, porque essa eu ainda não consegui vencer pois ela não aceita nessa hora outra coisa que não seja peito e acabo sendo derrotada por meu cansaço, costumo carregá-la pra minha cama. Podem imaginar que depois de tantos meses de privação de sono e com os dias corridos, nesse horário eu não respondo por mim, não sei o que é certo, errado e muito menos sou capaz de seguir minhas próprias regras. Não sei nem responder meu nome!

Fui convidada para estar no 3º Seminário Internacional de Mães e mesmo estando muito feliz com as possibilidades e tudo o que esse convite representou profissionalmente eu cogitei me sabotar, arrumar desculpa, rezar por uma gripe ou qualquer coisa que decidisse por mim ficar em casa.

Sabia que teria que passar uma noite fora pois passaria um dia em coletivas de imprensa e na manhã seguinte teria que estar no seminário muito cedo.

Me enchi de coragem, recebi um convite para ir com amigas ( Aninha, Thalita e Marina … se vocês soubessem como foi importante estar com vocês!!! Vocês nem imaginam!) para São Paulo, fui.

PS>: aquela agarrada básica nas pernas da mãe na saída, só pra fazer a pobre sair com a cara inchada de chorar! ai ai ai…

Passei o dia entre amigas e bate papos, falamos sim de filhos mas quer saber? Passei o dia muito bem, desconectada e focada no trabalho e nas conversas leves de quem assim como eu, estava tirando umas horas “OFF” da função de mãe, ironicamente nos bastidores de um seminário para mães.

Ok que eu chorei um pouquinho de saudade enquanto gravávamos um vídeo…ok! Ok que eu não preguei o olho depois que todas dormiram … Ok! Ok que tive medo de saber como havia sido a noite …ok!

Mas olha, todos nós sobrevivemos! Ela acordou muito menos, despertou às 3hs e aceitou uma mamadeira depois de chorar meia hora e entender que eu não estava lá. Mamou e dormiu direto até às 8hs coisa que nunca tinha acontecido. Nada disso nunca tinha acontecido.

Nossa separação foi positiva e merecida!

Mas e aí, Marininha, vai repetir?

Opa…se vou! E ainda vou te deixar alguns conselhos caso esteja passando por isso, caso esteja no mesmo ponto que eu estava, achando que o mundo pára quando não estamos ao lado do bebê.

Vou te deixar alguns conselhos porque sou bem abusada, em uma escapa já estou me sentindo bem livre outra vez! Abri o precedente minha gente! Então, se você está prestes a precisar se separar por uma ou mais noites do seu bebê:

 

  • Converse muito antes do momento com o seu bebê. Explique que ficará longe, que levará o mama – se você também amamenta – e conte exatamente como funcionará, quantos dias serão e com quem ele ficará, fale que confia nessa pessoa que cuidará dele. Bebês entendem absolutamente tudo, pode acreditar!

 

  • Procure estrear nessa situação com amigas, talvez o seu marido não seja a melhor companhia durante essa separação pois vocês possuem o mesmo foco, o bebê que ficou em casa. Além disso pode ser mais fácil pro bebê se separar de um dos pais de cada vez, pode ser só um palpite mas acho que o sucesso veio do fato de o papai ter conversado bastante com ela durante minha ausência.

 

  • Foque no presente. Você saiu de casa gata, não carregue as angustias com você, segura a onda e finja costume de estar só! Aproveite para caprichar na make sem ninguém enroscado nas pernas, para relaxar e aproveitar esses momentos com você mesma.

 

  • Você não estará com o seu bebê então não tente controlar tudo à distancia, deixe e confie nas mãos em que ele ficou. Tá com pai/avó/tios …tá com Deus! Se você não desapegar, vai pirar.

Então…e por falar em deixar nas mãos de quem está cuidando, olha que maravilha que o Bruno conseguiu fazer:

deu chupeta pro bebê que nunca aceitou … e ainda fez essa foto, no corredor de cervejas do supermercado. Olha, pai definitivamente não é mãe não! hehehe

Brincadeiras à parte, todos os meus agradecimentos ao papai maravilhoso que temos em casa, segurou muito bem a barra da casa e dos três. Enfrentou o dia com eles, a madrugada com a pequena e ainda levou e buscou a mais velha na balada. Mesmo me considerando uma supermãe, preciso admitir, ele faz tudo igual ou até melhor do eu!

É isso amores, a vida anda e continua, mesmo quando não estamos lá e voltar pra casa e ser recebida com um abraço, peitos cheios e um ” qué mamá” é maravilhoso! Vamos repetir quando achar que a hora chegou novamente porque se tem uma coisa que aprendi sendo mãe é: Respeito! Não só às escolhas mas também ao tempo de cada um.

 

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Com cuidado e proteção

usar repelente com segurança

imagem: shutterstock.com

 

Mãe sabe que cuidado nunca é demais. Não importa qual o assunto, a gente quer proteção para nossos pequenos, nossa família, casa e vida! Nesses últimos tempos, a questão da proteção contra os mosquitos, principalmente por causa da dengue e zika, é um assunto sério aqui em casa. Como um mosquitinho tão pequeno como o Aedes aegypti pode transmitir tantas doenças.

Mudamos alguns hábitos, cuidados para não deixar água parada no nosso quintal, areia nos pratinhos de vasos e investimos em telas para mantê-los o mais longe possível. Acredito que o mesmo tenha acontecido em muitas casas, com muitas famílias. O repelente virou acessório obrigatório e eu virei conhecedora de itens que compõem os repelentes para saber qual o mais eficaz, coisa que não imaginava fazer alguns anos atrás. Virei a louca dos rótulos, e o antigo” não esquece o casaco e passa o protetor solar” passou a dividir espaço com mais uma recomendação de mãe: “não esquece o repelente!”.

Moramos numa casa com muita natureza ao redor e as crianças passam bastante tempo do lado de fora. Proteção contra os mosquitos, depois desses surtos, passou a ser constante – foi inclusive uma recomendação da escola, passaram a nos pedir que aplicássemos o repelente nas as crianças antes de manda-las para a escola e eu achei muito legal.

Para termos sucesso e manter os mosquitos longe da gente, além de mudar hábitos para não cultivarmos seus criadouros (atenção, grávidas!), nós precisamos entender um pouco sobre nossa principal arma, a mais eficaz a curto prazo: o Repelente!

 

– Em geral, a recomendação da maioria dos produtos no mercado é aplicar o repelente de 2 em 2 horas e, no caso de banho, atividades aquáticas e transpiração, o produto deve ser reaplicado, seguindo a recomendação do fabricante.

– repelentes não matam os mosquitos, como o nome já diz, eles os afastam e, portanto, a boa cobertura da pele é a maneira ideal de ficar protegido. O repelente tem a função de formar uma película protetora.

– Esses produtos são encontrados em algumas apresentações (creme, spray, gel) e com indicação para diferentes faixas de idade, você deve escolher o que mais se adequar à sua família e estilo de vida.

– Produtos com DEET em sua composição agem nos receptores de cheiro dos insetos que são atraídos por nós pelo aroma de CO2 que exalamos.

– Sobre a composição, produtos com DEET em percentual de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade, acima de 10%, a aplicação em crianças abaixo de 12 anos não deve ser feita.

– Os repelentes devem ser aplicados nas crianças sempre por um adulto, que deve colocar o produto em suas mãos e, em seguida, aplicar na criança, evitando a aplicação do repelente na palma das mãos da criança, olhos, boca e narinas.

– Em crianças de 2 a 12 anos de idade, não aplicar mais do que 3 vezes ao dia.

– Em nós mulheres que, principalmente, usamos vários cosméticos como cremes hidratantes, protetor solar e maquiagem, o repelente deve ser o último produto a ser aplicado e apenas após os anteriores terem secado completamente.

Os repelentes são nossos grandes aliados! As escolha que fiz para minha família são os produtos da linha OFF!®. Com 60 anos de expertise em mosquitos, OFF!® é comprovadamente eficaz para proteger as pessoas contra mosquitos que podem transmitir doenças, são aprovados e regulamentados pela Anvisa e dermatologicamente testados, o que me deixou bem tranquila para trazê-los para o nosso dia a dia. Para conhecer toda a linha e escolher o mais indicado para a sua família Clica Aqui!!

 

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Babi faz 15…

92

 

Achei que esse dia fosse demorar tanto para chegar quando me pegava pensando em como seria a vida daquele bebê que me pegou de surpresa na vida.

Chegou hoje.

Os 15 anos para mim são emblemáticos, é a porta de entrada para a melhor fase da vida. Eu curti muito minha adolescência, achava tudo bom demais, muitas novidades. É como florescer para a vida. Claro, tem muito dilema envolvido, mas acho que essas coisas, não tão incríveis, a gente deve esquecer. Fiquemos com o que interessa carregar, né?

Eu amei essa fase! Encontrei meu amor para a vida toda, fiz mil planos, sonhava muito como boa sagitariana que sou, uma viagem na maionese atrás da outra, o mundo era todo meu, tudo era possível.

Quero que minha filha viva as mesmas emoções dessa fase, acontece que : pqp como é difícil estar do outro lado! Ser responsável por alguém e confiar em tudo que ensinamos e ao poucos ir dando corda, pra ela ir…em segurança.

Só tenho como confiar no que já ensinei, no que plantei na menina moça que ela se tornou, nada mais posso fazer. E ir, aos poucos, deixando que ela ganhe o mundo, com seus próprios passos.

Eu acho a adolescência linda do ponto de vista de quem está florescendo, mas que para os “donos” do vasinho que floresce, ahhhh, não tem nada de fácil! É sim, difícil.

Mas como a vida só anda pra frente minhas queridas, é foco no futuro! Eles crescem, nossos bebês de uma hora para outra deixam de ser bebês. A maternidade que me foi apresentada bem cedo, não tinha muitas expectativas, quem não faz planos, sabe do que digo. A gente não idealiza muita coisa, não romantiza. Até pensa no futuro, mas sem grandes cobranças.

Meu futuro chegou e daqui para os 18, eu já sei, será um pulo!! A medida que a idade deles vai avançando a gente vai entendo como é importante MESMO viver cada dia como se fosse único, com alegria, pois tudo passa muito rápido.

Ah, maternidade, essa coisa linda!

 

beijos

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foi um susto…

 

theo internado 4

Foi sim, mas já está passando. O pior já passou.

Theo, asmático e alérgico, já estava há duas semanas com uma tosse chata e teve o que acreditávamos ser duas viroses seguidas nesse período. Depois de algumas visitas ao PS ( nossa pediatra está viajando), alguns medicamentos e nenhum raio X do pulmão -pois depois de analisar diferentes médicos acharam desnecessário, estava tudo limpinho como disseram – voltamos pra casa.

Na terceira semana ele reclamou de dor no peito e em seguida nas costas, meu alerta ligou.

Corremos para o PS e foi diagnosticada a Pneumonia, tratamos com antibióticos por exatos 7 dias em casa. Tudo parecia bem com ele, estava mais animado e brincando. Mel também estava doente, uma gripe, e na manhã que o remédio dele acabou decidi levá-los ao PS novamente para que a Mel fosse examinada e claro, aproveitando para dar uma olhada nele.

Assim que chegamos notamos que a febre dele havia voltado, eu não percebi isso em casa e na hora em que o médico examinou eu já sabia que algo estava errado só de olhar para a expressão dele. 🙁

Depois de uma tomografia foi um corre corre geral.

Ele teve um derrame pleural, nada mais do um acúmulo de secreção na membrana que envolve o pulmão. Uma inflamação e precisaria de uma cirurgia para limpeza e introdução de um dreno que garantiu que nenhum líquido mais acumulasse ali.

Theo internado 1

Olha, meu mundo caiu naquela hora. Estava sozinha com um bebê e um menino assustado que já entende muita coisa! Precisamos fazer coleta para análises de sangue e introdução do acesso para a cirurgia e internação. Pensa nisso tudo sem ajuda de ninguém!

Nessa hora pedi que meu marido me encontrasse lá, mas até chegar, pareceu um eternidade. No meu desse caos todo, pois ele chorava e gritava a cada novo procedimento, Mel precisava ser medicada e fazer inalações para que os médicos reavaliassem, ela também fez raio X devido ao quadro do irmão.

Pensa num dia difícil? Então…

Ele foi operado no final daquele dia, por volta de 21:30, no Hospital Vera Cruz em  Campinas. Eu não pude ficar com ele nessa noite que ele passou na UTI e nem depois pois a Mel não podia circular pelos quartos ( visitas somente acima de 12 anos) por medida de segurança.

Eu optei por não deixá-la, como estava doentinha precisava do meu leite que, aliás, ela passou a rejeitar  depois que adoeceu- novamente – quando oferecido na mamadeira. Gritei pra minha mãe me socorrer. Ela e Bruno se revezaram nos dias de internação.

Ele ficou muito sentido nos dias que se seguiram, além de dolorido, claro. Se fechou, foi difícil ver um sorriso mesmo com muitos mimos e presentes, acompanhei tudo de perto via Skype e WhatsApp e todo final do dia passava um pouco por lá entre as mamadas da Mel.

Foram dias difíceis mas que passaram. Ele teve alta, ficou 6 dias internado e depois de realizarem testes descobriram que a bactéria que causou a infecção nele reagia bem a um antibiótico via oral.

theo internado 3

Crianças são de fato bichinhos delicados, mas têm ao mesmo tempo um grande poder de recuperação, muito melhor que nós adultos pois olhando pra ele, mesmo ainda dolorido as vezes acho que ele até já esqueceu, enquanto eu ainda sinto uma agonia pelo susto que tomamos.

Ninguém está livre de algo assim acontecer. Na hora a gente se culpa, depois sente pena, medo e dá até um pânico.

Por isso, passei agora a adotar uma nova posição, vou parar de reclamar de coisas pequenas no dia a dia, o que importa nessa vida é termos saúde e estarmos todos juntos… o resto, é resto!

Se você está passando por um momento delicado, com seu filho ou criança querida internada por algum motivo, gostaria de dividir algumas dicas para atravessar melhor por esses dias tão turvos para qualquer família:

  • Não minta para a criança jamais.Não diga, por exemplo, que não vai doer e sim explique de forma adequada para cada idade os procedimentos que serão feitos nela.Promova a empatia com a equipe que cuidará dela,mostrando que todos estão ali para o bem , para ajudar.

 

  • Seja forte por vocês dois mas também divida seus sentimentos, não somos de ferro e nossos filhos precisam saber disso, a ideia é mostrar que se sente chateado com a situação mas que juntos superarão tudo isso.

 

  • Interaja muito durante esse período, faça planos para depois dessa fase, passeios e brincadeiras. Livros e desenhos são ótimas maneiras de ajudar as crianças a colocarem pra fora o que sentem, estimule a imaginação.

Theo internado 2

Com fé e amor todos os problemas pode ser superados e lembre-se, esses pequenos são mais fortes do que nós!

um beijo e um abraço apertado!

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