Com cuidado e proteção

usar repelente com segurança

imagem: shutterstock.com

 

Mãe sabe que cuidado nunca é demais. Não importa qual o assunto, a gente quer proteção para nossos pequenos, nossa família, casa e vida! Nesses últimos tempos, a questão da proteção contra os mosquitos, principalmente por causa da dengue e zika, é um assunto sério aqui em casa. Como um mosquitinho tão pequeno como o Aedes aegypti pode transmitir tantas doenças.

Mudamos alguns hábitos, cuidados para não deixar água parada no nosso quintal, areia nos pratinhos de vasos e investimos em telas para mantê-los o mais longe possível. Acredito que o mesmo tenha acontecido em muitas casas, com muitas famílias. O repelente virou acessório obrigatório e eu virei conhecedora de itens que compõem os repelentes para saber qual o mais eficaz, coisa que não imaginava fazer alguns anos atrás. Virei a louca dos rótulos, e o antigo” não esquece o casaco e passa o protetor solar” passou a dividir espaço com mais uma recomendação de mãe: “não esquece o repelente!”.

Moramos numa casa com muita natureza ao redor e as crianças passam bastante tempo do lado de fora. Proteção contra os mosquitos, depois desses surtos, passou a ser constante – foi inclusive uma recomendação da escola, passaram a nos pedir que aplicássemos o repelente nas as crianças antes de manda-las para a escola e eu achei muito legal.

Para termos sucesso e manter os mosquitos longe da gente, além de mudar hábitos para não cultivarmos seus criadouros (atenção, grávidas!), nós precisamos entender um pouco sobre nossa principal arma, a mais eficaz a curto prazo: o Repelente!

 

– Em geral, a recomendação da maioria dos produtos no mercado é aplicar o repelente de 2 em 2 horas e, no caso de banho, atividades aquáticas e transpiração, o produto deve ser reaplicado, seguindo a recomendação do fabricante.

– repelentes não matam os mosquitos, como o nome já diz, eles os afastam e, portanto, a boa cobertura da pele é a maneira ideal de ficar protegido. O repelente tem a função de formar uma película protetora.

– Esses produtos são encontrados em algumas apresentações (creme, spray, gel) e com indicação para diferentes faixas de idade, você deve escolher o que mais se adequar à sua família e estilo de vida.

– Produtos com DEET em sua composição agem nos receptores de cheiro dos insetos que são atraídos por nós pelo aroma de CO2 que exalamos.

– Sobre a composição, produtos com DEET em percentual de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir de 2 anos de idade, acima de 10%, a aplicação em crianças abaixo de 12 anos não deve ser feita.

– Os repelentes devem ser aplicados nas crianças sempre por um adulto, que deve colocar o produto em suas mãos e, em seguida, aplicar na criança, evitando a aplicação do repelente na palma das mãos da criança, olhos, boca e narinas.

– Em crianças de 2 a 12 anos de idade, não aplicar mais do que 3 vezes ao dia.

– Em nós mulheres que, principalmente, usamos vários cosméticos como cremes hidratantes, protetor solar e maquiagem, o repelente deve ser o último produto a ser aplicado e apenas após os anteriores terem secado completamente.

Os repelentes são nossos grandes aliados! As escolha que fiz para minha família são os produtos da linha OFF!®. Com 60 anos de expertise em mosquitos, OFF!® é comprovadamente eficaz para proteger as pessoas contra mosquitos que podem transmitir doenças, são aprovados e regulamentados pela Anvisa e dermatologicamente testados, o que me deixou bem tranquila para trazê-los para o nosso dia a dia. Para conhecer toda a linha e escolher o mais indicado para a sua família Clica Aqui!!

 

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Babi faz 15…

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Achei que esse dia fosse demorar tanto para chegar quando me pegava pensando em como seria a vida daquele bebê que me pegou de surpresa na vida.

Chegou hoje.

Os 15 anos para mim são emblemáticos, é a porta de entrada para a melhor fase da vida. Eu curti muito minha adolescência, achava tudo bom demais, muitas novidades. É como florescer para a vida. Claro, tem muito dilema envolvido, mas acho que essas coisas, não tão incríveis, a gente deve esquecer. Fiquemos com o que interessa carregar, né?

Eu amei essa fase! Encontrei meu amor para a vida toda, fiz mil planos, sonhava muito como boa sagitariana que sou, uma viagem na maionese atrás da outra, o mundo era todo meu, tudo era possível.

Quero que minha filha viva as mesmas emoções dessa fase, acontece que : pqp como é difícil estar do outro lado! Ser responsável por alguém e confiar em tudo que ensinamos e ao poucos ir dando corda, pra ela ir…em segurança.

Só tenho como confiar no que já ensinei, no que plantei na menina moça que ela se tornou, nada mais posso fazer. E ir, aos poucos, deixando que ela ganhe o mundo, com seus próprios passos.

Eu acho a adolescência linda do ponto de vista de quem está florescendo, mas que para os “donos” do vasinho que floresce, ahhhh, não tem nada de fácil! É sim, difícil.

Mas como a vida só anda pra frente minhas queridas, é foco no futuro! Eles crescem, nossos bebês de uma hora para outra deixam de ser bebês. A maternidade que me foi apresentada bem cedo, não tinha muitas expectativas, quem não faz planos, sabe do que digo. A gente não idealiza muita coisa, não romantiza. Até pensa no futuro, mas sem grandes cobranças.

Meu futuro chegou e daqui para os 18, eu já sei, será um pulo!! A medida que a idade deles vai avançando a gente vai entendo como é importante MESMO viver cada dia como se fosse único, com alegria, pois tudo passa muito rápido.

Ah, maternidade, essa coisa linda!

 

beijos

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foi um susto…

 

theo internado 4

Foi sim, mas já está passando. O pior já passou.

Theo, asmático e alérgico, já estava há duas semanas com uma tosse chata e teve o que acreditávamos ser duas viroses seguidas nesse período. Depois de algumas visitas ao PS ( nossa pediatra está viajando), alguns medicamentos e nenhum raio X do pulmão -pois depois de analisar diferentes médicos acharam desnecessário, estava tudo limpinho como disseram – voltamos pra casa.

Na terceira semana ele reclamou de dor no peito e em seguida nas costas, meu alerta ligou.

Corremos para o PS e foi diagnosticada a Pneumonia, tratamos com antibióticos por exatos 7 dias em casa. Tudo parecia bem com ele, estava mais animado e brincando. Mel também estava doente, uma gripe, e na manhã que o remédio dele acabou decidi levá-los ao PS novamente para que a Mel fosse examinada e claro, aproveitando para dar uma olhada nele.

Assim que chegamos notamos que a febre dele havia voltado, eu não percebi isso em casa e na hora em que o médico examinou eu já sabia que algo estava errado só de olhar para a expressão dele. 🙁

Depois de uma tomografia foi um corre corre geral.

Ele teve um derrame pleural, nada mais do um acúmulo de secreção na membrana que envolve o pulmão. Uma inflamação e precisaria de uma cirurgia para limpeza e introdução de um dreno que garantiu que nenhum líquido mais acumulasse ali.

Theo internado 1

Olha, meu mundo caiu naquela hora. Estava sozinha com um bebê e um menino assustado que já entende muita coisa! Precisamos fazer coleta para análises de sangue e introdução do acesso para a cirurgia e internação. Pensa nisso tudo sem ajuda de ninguém!

Nessa hora pedi que meu marido me encontrasse lá, mas até chegar, pareceu um eternidade. No meu desse caos todo, pois ele chorava e gritava a cada novo procedimento, Mel precisava ser medicada e fazer inalações para que os médicos reavaliassem, ela também fez raio X devido ao quadro do irmão.

Pensa num dia difícil? Então…

Ele foi operado no final daquele dia, por volta de 21:30, no Hospital Vera Cruz em  Campinas. Eu não pude ficar com ele nessa noite que ele passou na UTI e nem depois pois a Mel não podia circular pelos quartos ( visitas somente acima de 12 anos) por medida de segurança.

Eu optei por não deixá-la, como estava doentinha precisava do meu leite que, aliás, ela passou a rejeitar  depois que adoeceu- novamente – quando oferecido na mamadeira. Gritei pra minha mãe me socorrer. Ela e Bruno se revezaram nos dias de internação.

Ele ficou muito sentido nos dias que se seguiram, além de dolorido, claro. Se fechou, foi difícil ver um sorriso mesmo com muitos mimos e presentes, acompanhei tudo de perto via Skype e WhatsApp e todo final do dia passava um pouco por lá entre as mamadas da Mel.

Foram dias difíceis mas que passaram. Ele teve alta, ficou 6 dias internado e depois de realizarem testes descobriram que a bactéria que causou a infecção nele reagia bem a um antibiótico via oral.

theo internado 3

Crianças são de fato bichinhos delicados, mas têm ao mesmo tempo um grande poder de recuperação, muito melhor que nós adultos pois olhando pra ele, mesmo ainda dolorido as vezes acho que ele até já esqueceu, enquanto eu ainda sinto uma agonia pelo susto que tomamos.

Ninguém está livre de algo assim acontecer. Na hora a gente se culpa, depois sente pena, medo e dá até um pânico.

Por isso, passei agora a adotar uma nova posição, vou parar de reclamar de coisas pequenas no dia a dia, o que importa nessa vida é termos saúde e estarmos todos juntos… o resto, é resto!

Se você está passando por um momento delicado, com seu filho ou criança querida internada por algum motivo, gostaria de dividir algumas dicas para atravessar melhor por esses dias tão turvos para qualquer família:

  • Não minta para a criança jamais.Não diga, por exemplo, que não vai doer e sim explique de forma adequada para cada idade os procedimentos que serão feitos nela.Promova a empatia com a equipe que cuidará dela,mostrando que todos estão ali para o bem , para ajudar.

 

  • Seja forte por vocês dois mas também divida seus sentimentos, não somos de ferro e nossos filhos precisam saber disso, a ideia é mostrar que se sente chateado com a situação mas que juntos superarão tudo isso.

 

  • Interaja muito durante esse período, faça planos para depois dessa fase, passeios e brincadeiras. Livros e desenhos são ótimas maneiras de ajudar as crianças a colocarem pra fora o que sentem, estimule a imaginação.

Theo internado 2

Com fé e amor todos os problemas pode ser superados e lembre-se, esses pequenos são mais fortes do que nós!

um beijo e um abraço apertado!

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O friozinho vem chegando e com ele…

 

tratamento gripe e resfriado infantil

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Ahhh, com ele vem as inevitáveis doenças de inverno. A gama é imensa: vai de alergias a gripes e resfriados, tudo favorecido pelas temperaturas mais baixas e ambientes fechados.

É como diz aquele ditado: antes de ser mãe, o inverno são só delícias: momentos quentinhos, lareira, vinho… Depois dos filhos, se resume a idas ao pediatra e noites em claro!

E a situação pode ser ainda pior quando temos mais de um filho, pois ficamos em um ciclo vicioso gripal. Um pega e, quando está melhorando, passa para o outro, e depois para ou outro até chegar na gente! Cena de terror para mães: quando a casa toda fica gripada.

Para completar, a cada nova temporada aparece um vírus novo pra coleção. Logo, as possibilidades de sermos sorteados com mais de um ciclo de gripe, principalmente durante o outono/inverno, aumentam a cada ano.

Para evitar que as gripes ataquem a todo momento, há alguns cuidados básicos que podemos tomar:

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Por que NÃO furamos a orelha do bebê

 

furar a orelha do bebê

 

Como muita gente que nos segue nas redes sociais já deve ter percebido, Amelie não tem as orelhas furadas.

Como nem sempre está de laço na cabeça ou vestindo rosa tornou-se comum muitas pessoas a chamarem de “ele”. Aliás, isso até já me incomodou um pouco mas hoje, nem ligo mais.

Babi teve as orelhas furadas com uma semana de vida, em casa pois nos pareceu mais aconchegante. Ainda se fazia esse procedimento nas maternidades, mas eu não quis. Me lembro da dor que senti no estômago, como um soco, quando a ouvi chorar. Por mais rápido que tenha sido, ela choramingou, sentida, por horas depois.Eu tinha 20 anos e seguir a tradição me parecia a forma correta de proceder. Se todo mundo faz, farei também.

Ainda assim, me lembro de tudo aquilo ter me parecido bem brutal, uma violência mesmo, com quem não tem como se defender, tudo em nome de uma cultura.

Hoje, Babi tem outros furos na orelha por escolha dela e aos quase 15 anos em breve furará o tragus, a parte redonda no centro da orelha e que deve doer mooooooiiiito para furar. kkkk

Agora você deve estar se perguntando qual o motivo que nos levou a fazer essa escolha com a Amelie agora sendo que Babi já passou por isso,né?

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