Para não esquecer sobre Gestação…

look de grávida

Tem um mundo rolando dentro da gente.Tanta coisa acontecendo no nosso corpo, na vida e na cabeça. Emocionalmente a gravidez é montanha-russa só de looping, né não?

Sinto muita saudade dessa “gestância” toda! Saudade de ser um universo todo pra alguém.

Lembrei hoje, por um acaso, de uma coisa que minha acupunturista me falou uma vez : o corpo da mulher leva mais de 12 meses pra se recompor energeticamente após o parto. Na hora pensei em órgãos voltando pro lugar, homônimos, peso e essas coisas. Ela me explicou depois que a gente é mais que abrigo e nutrição, a gente é também gerador, caixa de força e fiação elétrica, casa completa. Nosso corpo cede tudo, até nossas forças.

Por isso, talvez o puerpério seja mais do que só uma sensação de vazio e mudança, seja mais do que mudança hormonal, seja mais do que nosso emocional tentando se adaptar. Muito provavelmente não seja só culpa da privação de sono o nosso cansaço e esgotamento das primeiras semanas e meses. Não seja culpa da nova rotina a loucura revolucionária que é o primeiro ano de um bebê.

Nosso corpo passou meses fornecendo sangue e nutrientes, sustentou um desenfreado multiplicar de células e mais células. Bilhões de células! Passou meses suprindo o aporte de energia, essa mágica que nos faz acordar todo dia, precisou ser compartilhada por muito.

Nosso corpo sente esse esgotamento após uma gestação.

Muita energia doada pra gerar uma vida. Mais de um ano pra nosso corpo  voltar ao equilíbrio, tudo fez muito mais sentido pra mim depois disso. 🖤

E aí descobri que ontem foi o dia da gestante e pensei: Preciso dividir isso com quem está grávida, com quem acabou de ter bebê, com quem ainda terá e com quem já está com filhos crescidos.

Nossa energia vital é renovável mas nosso corpo precisa de um tempo para repor o estoque portanto, muito do que você sentirá no pós parto tem explicação fisiológica e emocional mas não se esqueça de toda a energia que seu corpo despendeu gerando seu maior amor.

 

FACEBOOK  //  PINTEREST  //  INSTAGRAM

blogpetitninos

 

 

Carrinho de Bebê Compacto // RESENHA

Carrinho Compacto UP BURIGOTTO

Dos itens do enxoval do bebê o carrinho é Top of the List , com certeza!

Os meus filhos passaram boa parte do tempo em seus carrinhos no início da vida e eu os carreguei pra baixo e pra cima, eram super acostumados a passear . Mel ainda usa muito carrinho.

Já ouvi de algumas pessoas que acham engraçado meus filhos andarem de carrinho até grandões mas a grande verdade é que é uma questão de escolha e necessidade. Pra eles acostumarem foi preciso usar bastante, escolha.  Para minhas costas não doerem carregando criança grande no colo, necessidade. Usamos no passado e ainda hoje em dia, usamos muito!

Todos nossos passeios começavam no carrinho, íamos da pracinha até a escola buscar a irmã mais velha, durante um período nossa vida aconteceu em um bairro onde fazíamos tudo à pé, não usávamos carro pra quase nada e nessa época o carrinho foi fundamental na nossa vida.

Também acho libertador ter um carrinho compacto sempre à mão mesmo depois que eles crescem pois em qualquer situação onde o sono bater ele será super útil. Viagens, restaurantes ou passeios simples. Para toda hora de soninho o carrinho é um refúgio para eles e um sossego pra gente.

Por ser muito fã tô sempre em busca de um carrinho ideal. Sempre preferi os carrinhos robustos para as primeiras fases do bebê e depois comprava um segundo carrinho, compacto, para as viagens e passeios.

Há um tempo conheci o UP da Burigotto, carrinho compacto que vai do grupo 0 até 15 kg, ou seja, carrinho pequeno e confortável que pode acompanhar todas as fases dos bebês.

Ele é compacto, leve pesando apenas 6,5kg e com um fechamento muito interessante, em duas etapas e quando fechado totalmente pode ser levado no bagageiro do avião mas principalmente, ocupa tão pouco espaço no porta malas do carro!

Carrinho Compacto UP BURIGOTTO Carrinho Compacto UP BURIGOTTO

 

Fiz uma resenha dele lá no meu canal do YOUTUBE:

 

São muitas vantagens por um preço muito legal, versátil, com tecido gostoso ( no vídeo explico melhor). As rodinhas são de borracha, as da frente giram portanto o carrinho desliza com mais facilidade.

Com o trio sucesso na minha opinião: Cesto porta-treco grande –  reclinacapota corta sol de bom tamanho.

Carrinho Compacto UP BURIGOTTO

carrinho compacto Burigotto UPREScarrinho

Carrinho compacto BURIGOTTO UP

Carrinho Compacto UP BURIGOTTO

Confere o vídeo todo e não esquece de curti-lo e se inscrever no canal! Pode deixar por lá sugestões de produtos que vocês gostariam de ver em vídeos de review, ok??

O próximo será sobre a cadeirinha do carro que escolhi para Mel, o que acham?? Demorei pra encontrar um cadeira boa e com preço justo aqui no Brasil.

blogpetitninos

 

Perigo: Kit Berço

 

Mel já está uma mocinha, ou seja, assuntos relacionados ao enxoval não são mais uma questão na minha vida.

Recentemente ganhamos um bebê novo na família, meu sobrinho Bernardo não tem nem um mês de vida e por isso voltei a rever alguns assuntos para auxiliar minha cunhada que é mãe de primeira viagem.

Passei algumas dicas baseadas em minhas experiências e como sou mãe há quase 17 anos podem imaginar quantas coisas novas surgiram como milagres e quantas coisas vimos cair em desuso, né?

Já tem um tempo que ouvimos falar por aí sobre os perigos do kit berço e sobre ideias para substituir esse item do enxoval dos bebês.
Eu soube disso mas confesso que não me inteirei do assunto na época por motivos de: eu não tinha um bebê !

Quando fui preparar a chegada dá Mel já encontrei muitas opções para substituir o kit berço, opções de novos produto, materiais e formatos.
Imagine 14 anos de diferença entre o primeiro enxoval e o segundo, sendo que o do Theo, feito 7 anos atrás, não teve kit berço porque o berço dele era de madeira mas com as laterais em tela. Não vi necessidade e simplesmente risquei o item da minha lista.

Sabia das novas recomendações sobre o uso do kit berço, dá polêmica da época e por estar vendo tantas novidades mas nunca pesquisei a fundo os reais motivos para indicação das mudanças.

A Sociedade Brasileira de Pediatria ( também a Sociedade Americana de Pediatria) não recomendam mais o uso desse acessório antes tão comum nas listas de enxovais.

O risco de sufocamento é o principal motivo. Como antes os protetores eram almofadas volumosas. cheias de detalhes e presas de diversas maneiras às grades dos berços o perigo do bebê acabar ficando com o rosto preso no protetor, não conseguir se virar ou desvirar.

O outro motivo é o risco do bebê conseguir se utilizar do kit berço para sair do berço. Aqui o risco principal é de queda! E estamos falando dos protetores com almofadas mais gordinhas e também do mais finos pois uma vez que ficam presos nas grades, fixos, podem ser um apoio perfeito para que eles tentem pular.

Existem modelos de protetores super finos, importados e ainda caros, que são feitos em malha bem fina e portanto eliminam os riscos citados. Ah também a opção de se usar um “ninho” durante os primeiros meses para proteger o bebê de cabeçadas e a que adotamos que é o uso dos rolinhos em substituição.

São peças bem mais baixas do que os protetores, feitos de espumas e que não são fixos. Eu gostei da ideia mas hoje provavelmente teria aderido somente ao uso do ninho no início pois já não usamos mais os rolinhos.

Ah, além do kit protetor de berço, também não são recomendados o travesseiros, coberta, bichos de pelúcia dentro do berço pois os riscos são os mesmos.

E você? Usou o kit berço de qual modelo? Conta aqui sua experiência!

Plena!!! Dicas simples para manter a casa arrumada e limpa

 

Eu juro que gostaria de dar conta de tudo mas isso é um sonho e quando o assunto é limpeza e arrumação de casa sabemos que é um trabalho que nunca acaba. É simples, quanto mais a gente faz mais precisa fazer. É cíclico, você acaba uma coisa e quando vai ver a primeira coisa que você fez já está precisando ser feita novamente…a bagunça e sujeira parecem estar sempre esperando por nós, não é mesmo?

Já tem um tempo que optei por não ter mais funcionária todos os dias e ficamos apenas com uma ajudante a cada 15 dias. Qualquer hora prometo que falo  mais sobre essa nossa decisão e no que acreditamos mas é uma opção de vida que envolveu comprometimento da nossa parte mas também nos trouxe muita liberdade, por mais estranho que possa parecer.

Recebo sempre pelas redes sociais comentários e perguntas sobre essa questão e as vezes acho engraçado o fato de não me associarem a uma dona de casa. a frase “você tem cara de madame não parece que faz serviço de casa” já me fez sorrir algumas vezes, achava um elogio e depois passou ame incomodar.

Esse estereótipo de que dona de casa tem que SÓ fazer isso, não tem outra opção, tem pouco dinheiro e nunca pode cuidar de si mesma tá tão embutido na nossa cabeça que eu já achei que me enxergarem como uma “não dona de casa” fosse mesmo um adjetivo.

Quanta bobagem, né? Dá pra ser linda, dá pra optar por fazer você mesmo os cuidados da sua casa, não precisa ser essa opção tomada por falta de caminhos. Dá pra ter a unha arrumada, buscar os filhos na escola, servir uma refeição de qualidade sem se matar.

O que não dá é pra ser muito crítica consigo mesmo e achar que vai ser super woman e fazer tudo no mesmo dia. Eu trabalho com prioridades, divido o trabalho em dias da semana, cada tarefa em um dia e em turnos de organização e limpeza entre Bruno e eu e, no final, tudo se encaixa quando junto algumas dicas bem práticas que nos facilitam o dia a dia e tenho certeza que vão te ajudar também.

São 6 dicas super simples e estão todas reunidas nesse vídeo aqui lá no meu canal do Youtube, aproveita e se inscreva no canal pois farei outros vídeos com dias como essas:

 

Espero que essas dicas facilitem o seu dia e adoraria saber as dicas de vocês! Vamos trocar ideias e deixar nossa rotina mais prática? Somos mulheres e mães modernas ! um beijo

 

 

Proteção é liberdade!

imagem: SHUTTERSTOCK

 

Já parou pra pensar sobre isso?

A gente quer proteger os filhos de tudo e, às vezes, esse nosso instinto pode garantir a vida deles. Para mim, esse é exatamente o caso da vacinação. A gente vacina porque nosso maior desejo é que as crianças cresçam e explorem o mundo da forma que quiserem!

E vacinação é um assunto muito sério. Apesar de tantas campanhas sobre o tema, na prática, vejo muita gente meio perdida. Primeiro porque há um mito de que tudo o que é particular no nosso país é melhor. Depois por causa dos grandes mitos que surgiram ao redor desse tema. Aposto que você já ouviu sobre as reações que algumas vacinas de campanha tiveram, ou sobre a relação de vacinas e autismo ou desenvolvimento de alergias.

No começo do mês, tive uma verdadeira aula com a pediatra Dra. Ana Escobar, a convite de GSK, para esclarecermos muitos desses pontos. Como o Theo tem asma, nunca bobeio com as vacinas dele. Então já aproveitei para tirar a maior dúvida de todas: está tudo bem fazer um mix entre o calendário de vacinação da rede pública e o calendário da rede privada? Faço sempre isso! Desde que as crianças nasceram, seguimos o calendário de vacinação do sistema público e fazemos as aplicações na rede particular de vacinas para Gripe e Meningite.

Assim como eu, sei que muitas pessoas seguem esse mesmo cronograma. Aqui a vacina de gripe é de extrema importância por conta dos problemas respiratórios do Theo (e, ao que tudo indica, Mel também tem asma! A gente não pode bobear!)

No encontro, a Dra. Ana esclareceu que a principal diferença entre os calendários é que, na rede pública, o foco é a erradicação de doenças e, portanto, proteção coletiva. Já na rede privada, o objetivo é a proteção indivíduo. Ainda assim, o nosso calendário brasileiro da rede pública é um dos melhores do mundo, com uma cobertura ampla e em constante mudança para se adaptar às necessidades.

E as reações das vacinas? A verdade é que vacinas de vírus vivo (atenuado) podem, sim, desencadear alguma reação, como se fosse uma versão beeeeeeem light da doença. Quanto ao caso de alguns tipo de vacinas desencadearem alergias (como APLV), a Dra. Ana nos esclareceu que é justamente o contrário! Vacinas são um chacoalhão no sistema imunológico, um estimulante. Sendo assim, é justamente o oposto! Quanto mais estímulos o sistema imunológico recebe, mais protegidos ficamos contra alergias. Achei isso tão interessante!

No mês passado, falou-se muito em Meningite, pois foi o mês de combate e informação sobre a doença. No sistema público, temos a cobertura de vacinas contra a Meninginte C, mas nós tomamos a Meningo B e a ACWY também, no particular. Não há problemas em tomar vacinas “repetidas” – então, se você já tomou a C no sistema público pode tranquilamente se proteger tomando ACWY, ok?

O mesmo vale para as campanhas! Está com dúvidas se tomou ou não alguma dose? Tome novamente!

É muito importante mantermos a carteirinha de vacinação em dia e mostrar para as crianças que proteção nunca é assunto para depois. Quero ressaltar aqui a importância de se proteger conta o HPV. Na rede pública temos doses disponíveis para MENINAS e MENINOS entre 9 e 14 anos! Não deixe de vacinar seu filho e filha! Por incrível que pareça, na sala da Babi, que tem 16 anos, só meninas tomaram. Nenhum menino! Isso é um erro, a incidência de câncer de pênis vem crescendo a cada ano, precisamos pensar nisso e proteger meninas e meninos!

Então, não se esqueça de deixar sempre as vacinas em dia e de consulta o site da Casa de Vacinas GSK, SBIM e SBP. Neles, está disponível o calendário completo de vacinação, que deixo aqui:

calendário vacinal 2018

 

Sempre debata com o seu pediatra qual o melhor esquema para que a cobertura seja a mais ampla e dentro das condições de cada um. Nós, adultos, também devemos receber reforços para Meningites, Hepatites, HPV, Gripe (manual) e reforço de tétano a cada 10 anos, principalmente.

Proteção é liberdade – e conhecimento também! Se informe, não deixe espaço para dúvidas, o assunto parece complexo, eu sei, mas quando a gente vai a fundo nas pesquisas desmistifica-se muita coisa!

O que ficou de mais importante para mim desse encontro foi que quem pode ampliar a cobertura e se proteger com as vacinas da rede publica contribui também, reduzindo as possibilidades de essas doenças chegarem até quem não pode tomar, seja por uma questão de saúde ( algumas vacinas não podem ser tomadas por grávidas e bebês com menos de 6 meses, por exemplo) ou mesmo, financeira. Quanto mais gente imune melhor!

Sobre a GSK: www.gsk.com.br

Dra Ana Escobar: www.draanaescobar.com.br

Sociedade Brasileira de Pediatria : www.sbp.com.br

 

blogpetitninos

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...